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3 João 1:1-8 - Por Causa do Nome: Sustentando a Obra do Evangelho

16 de agosto de 202615 min de leitura

3 João 1:1-8 - Por Causa do Nome: Sustentando a Obra do Evangelho

3 João 1 O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade. 2Amado, peço a Deus que tudo corra bem com você e que esteja com boa saúde, assim como vai bem a sua alma. 3Pois fiquei muito alegre quando os irmãos vieram e deram testemunho de que você é fiel à verdade e vive de acordo com a verdade. 4Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que os meus filhos vivem de acordo com a verdade. 5Amado, você tem sido fiel no que faz pelos irmãos, mesmo quando são estrangeiros. 6Estes deram testemunho, diante da igreja, do amor que você tem. Você fará bem encaminhando-os em sua jornada de um modo que agrada a Deus. 7Pois foi por causa do Nome que eles saíram, sem receber nada dos gentios. 8Portanto, devemos acolher esses irmãos, para que nos tornemos cooperadores com eles na proclamação da verdade.

Imagine que algumas pessoas passaram alguns dias convivendo com você. Elas viram como você trata sua família, seus filhos e seus pais. Elas perceberam como você lidou com frustrações por causa de planos interrompidos. Elas viram como você administra o tempo, os recursos e a casa. Elas escutaram como você se refere a pessoas quando elas não estavam presentes. Então elas foram embora e encontram com alguém que também conhece você. O que essas pessoas diriam sobre você?

É mais ou menos isso que acontece no início da Terceira Carta de João. Alguns irmãos haviam sido hospedados e conviveram com Gaio. Depois elas encontraram com João e contaram o que tinham visto. No versículo 3:

“Pois fiquei muito alegre quando os irmãos vieram e deram testemunho de que você é fiel à verdade e vive de acordo com a verdade.”

E novamente, no versículo 6:

“Estes deram testemunho, diante da igreja, do amor que você tem.”

Eles viram verdade, eles viram amor. Eles puderam observar a fé de Gaio. Gaio é um exemplo para nós, mas não podemos transformar esse texto numa aula de desenvolvimento pessoal por imitação. Não podemos simplesmente dizer: “Sejamos como Gaio. Seja fiel, generosos e hospitaleiros como ele.”

Todas as personagens da Bíblia são coadjuvantes, exceto um. Nem Gaio e nem o apóstolo João podem ser considerados os heróis das suas próprias histórias. No versículo 7, João explica que Gaio acolheu irmãos que estavam viajando por causa de alguém:

  1. “Pois foi por causa do Nome que eles saíram, sem receber nada dos gentios.”

João não precisou dizer qual é esse Nome. O nome é Jesus. Os missionários saíram por causa de Jesus. Gaio serviu aquelas pessoas por causa de Jesus. Toda essa passagem converge para a missão de Jesus. Gaio é, sim, admirável justamente porque colocou sua vida a serviço de um Nome maior que o seu.

Isso nos ajuda a perceber que o nosso alvo não é o de ser parecido apenas com Gaio, mas entender o que acontece com alguém quando a verdade do evangelho realmente governa a sua vida.

João nos mostra três transformações acontecem na vida de pessoas que decidem ser governadas pelo evangelho. Elas têm o caráter moldado, elas têm o coração aberto para o amor e elas encontram propósito para viver.

1. A verdade do evangelho forma o caráter.

A primeira transformação, então, é que operada no caráter. Veja aqui nos versículos 1 a 4 quantas vezes a palavra verdade aparece:

V. 1:

1 O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade.

V. 3

3... os irmãos vieram e deram testemunho de que você é fiel à verdade e vive de acordo com a verdade.

V.4.

4 Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que os meus filhos vivem de acordo com a verdade.

Em 4 versículos a palavra verdade aparece 4 vezes.

Para João, cristianismo não é apenas saber verdades. Para João, a verdade deve transformar a nossa maneira de viver. Gaio cria na verdade e andava na verdade. Gaio tinha coerência no que confessava e como agia. Confissão e conduta caminhavam na mesma direção. É por isso que o versículo 2 chama tanta atenção:

2 Amado, peço a Deus que tudo corra bem com você e que esteja com boa saúde, assim como vai bem a sua alma.

João ora pelo bem-estar de Gaio. O texto não exige que concluamos que ele estivesse enfermo. Mas há algo extraordinário na comparação. João conhece suficientemente a vida espiritual daquele homem para dizer:

**“Desejo que as outras áreas da sua vida estejam tão bem quanto a sua alma.”**Pense se alguém orasse assim por você?

“Senhor, faça a saúde dele corresponder à saúde de sua alma.” “Senhor, que a vida profissional ou acadêmica dessa irmã prospere na mesma proporção em que ela tem comunhão contigo”. “Faça com que tudo o que essa pessoa experimente seja proporcional a vitalidade da sua vida espiritual”. Você gostaria que Deus dissesse sim a uma oração dessas?

A verdade é que nós somos muito esforçados para cuidar daquilo que as pessoas podem medir. Nós cuidamos das nossas carreiras, do nosso corpo, do nosso jardim, da nossa aparência e, alguns, conseguem até controlar a própria agenda. Conseguimos ou tentamos manter essas áreas aparentes em bom estado e tentamos aperfeiçoa-las, mas muitas vezes negligenciamos a alma.

É possível conhecer muito de doutrina e orar pouco; é fácil frequentar uma igreja e ficar encobrindo por um tempo pecados que são desconhecidos de outras pessoas; é fácil trabalhar para Cristo, mesmo passando pouco tempo com Ele. É possível ter uma aparência cristã bem polida, enquanto temos uma vida interior em frangalhos.

Mas não foi isso que os missionários testemunharam sobre Gaio. Eles disseram: Nós vivemos verdade naquele homem. Somos testemunhas disso. O evangelho não era apenas um ruído nos ouvidos e nos pensamentos de Gaio, ele havia descido para o coração e agora governava as mãos e os pés.

João diz que Ele andava na verdade. Isso não significa que Gaio era perfeito, mas que ele seguia muito claramente numa direção. Ele caminhava na verdade. Existia na vida de Gaio uma coerência crescente entre o que ele afirma crer e como ele vivia.

Percebam aqui que Gaio não virou um homem bom para então ser aceito por Cristo. Primeiro, Gaio creu e depois ele passou a andar na verdade em que ele creu. O caráter de Gaio era uma consequência de ter sido alcançado pela verdade da graça de Cristo.

Nós não mudamos para que Jesus nos aceite; nós mudamos porque, em Cristo, nós fomos aceitos diante de Deus. A graça vem antes. E quando ela nos alcança, ela começa a mudar nossas vidas. Por isso João diz no v 4:

4 Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que os meus filhos vivem de acordo com a verdade.

Pais, há aqui uma pergunta séria. Qual é o seu maior desejo para o seu filho? Qual sua maior ambição para eles?

Sejamos sinceros. Nós desejamos que eles tenham sucesso nos estudos e que isso abra muitas oportunidades. Nós desejamos que eles tenham segurança e independência financeira. Nós desejamos que eles saibam navegar esse mundo com sabedoria e discernimento para não ser arrastados pelas opiniões das pessoas.

Todas essas coisas são boas, mas todas essas coisas são menores do que a alegria de vê-los caminhando na verdade. Creio que todos os pais aqui se esforçam para possibilitar que nossos filhos tenham as melhores oportunidades de educação, diversidade de experiências e múltiplas oportunidades. Contudo, muitas vezes corremos o risco de negligenciar o que é eterno.

Para João, a maior alegria era saber que “Eles viviam de acordo com a verdade.” E para você, qual sua maior ambição? Você conhece a verdade? Se sim, essa verdade que você afirma conhecer é reconhecível na forma como você vive?

Percebam que Jesus ensina que a nossa luz deve brilhar como uma cidade que fica em cima de um monte. Quando a verdade governa a vida de uma pessoa de verdade, essa verdade começa a brilhar, ela começa a transparecer. E era isso que acontecia na vida de Gaio. E essa verdade se materializava, em Gaio, em serviço em amor.

2. O amor do evangelho abre a vida

5 Amado, você tem sido fiel no que faz pelos irmãos, mesmo quando são estrangeiros.

Aqui percebemos como essa verdade era visível na vida de Gaio. Alguns irmãos viajaram a serviço do evangelho e Gaio não os conhecia. João afirma que alguns eram estrangeiros. Mesmo assim, Gaio os acolheu e os serviu de forma fiel.

Nós talvez disséssemos que Gaio havia sido gentil ou hospitaleiro, mas João chama isso de fidelidade. A verdade em Gaio havia produzido amor que era demonstrado em serviço, em entrega. O v. 6 afirma:

6 Estes deram testemunho, diante da igreja, do amor que você tem.

O relato daquelas pessoas sobre a estada na casa de Gaio não foi apenas ele nos recebeu bem, a casa era bonita e a comida era ótima. Eles disseram: nós vimos o amor naquele homem. A hospitalidade foi a forma concreta que o amor de Gaio se manifestou naquela situação.

No domingo passado, nós vimos que a hospitalidade tem um custo. Tem gente que não deve ser acolhida, mas agora vemos João agradecendo a Gaio porque ele havia acolhido e sustentado pessoas que estavam servindo à causa do evangelho.

O ensino direto aqui é que a hospitalidade é uma forma de demonstrar amor cristão, mas há um ensino indireto e mais amplo. O caráter transformado pelo evangelho transforma como vivemos e como servimos. O amor bíblico não é uma abstrato, uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer.

O amor bíblico encontra uma forma de se manifestar. Ele encontra tempo para serviço, ele fabrica recursos, ele põe mesas, ele conversa. Ele ajeita uma carona, sede um quarto ou um sofá. Ele permite interrupções na agenda, ele encontra forças para servir.

É fácil amar da boca para fora, é faço cantar: eu te abençoo meu irmão. O teste verdadeiro é amar quando amar custa algo.

Percebam, ainda no v. 5, que há uma ideia muito bonita aqui:

Você fará bem encaminhando-os em sua jornada de um modo que agrada a Deus. 7Pois foi por causa do Nome que eles saíram, sem receber nada dos gentios. 8Portanto, devemos acolher esses irmãos, para que nos tornemos cooperadores com eles na proclamação da verdade.

E existe uma expressão muito bonita no versículo 5. Ele une a ideia de irmãos com estrangeiros. “irmãos, mesmo quando são estrangeiros.” Gaio ainda não os conhecia, mas eles tinham alguém em comum. Eles eram irmãos em Cristo. Esse é uma das manifestações do poder do evangelho.

Pessoas que talvez jamais tivessem escolhido umas às outras passam a pertencer umas às outras porque pertencem ao mesmo Senhor. Isso tem consequências diretas para a igreja, não apenas porque temos irmão e irmãs de outras nacionalidades no nosso meio.

O fato é que podemos ter uma recepção organizada e não sermos acolhedores. Um visitante pode entrar e receber um sorriso na porta, depois ficar completamente sozinho no nosso cafezinho.

Uma pessoa consegue frequentar uma igreja durante meses sem jamais conhecer e ser conhecido de verdade. É necessário amar a ideia de ser amado. Não podemos terceirizar o acolhimento na nossa igreja para uma família que se doa para ficar na recepção aos domingos. Acolher pessoas ainda estranhas a nossa comunidade, mas que podem já ser nossos irmãos e irmãs, ou melhor ainda, que venham a se tornar irmãos e irmãs, faz parte do caráter de uma comunidade transformada pelo evangelho.

Quando pensamos em hospitalidade, pensamos se devemos ou não abrir a porta das nossas casas. O fato é que deveríamos pensar se o evangelho tem aberto nossas vidas para pessoas? Há, de fato, um espaço em nossas vidas para outras pessoas? Há espaços nas nossas agendas, na nossa mesa, nas nossas rodinhas em torno da mesa do café, há espaço no nosso orçamento para o bem dos outros e da igreja? Há desejo de relacionamento?

Será que somos uma igreja em que estrangeiros e que estranhos à nossa comunidade conseguem descobrir rapidamente que são tratados como irmãos? Foi isso que aconteceu na casa de Gaio e foi isso que marcou o coração daqueles que ele hospedou.

E João prossegue no v.6:

Você fará bem encaminhando-os em sua jornada de um modo que agrada a Deus.

Gaio não deveria apenas oferecer uma noite de descanso para aquelas pessoas. Ele deveria fornecer os recursos para continuar em suas jornadas. E o padrão era muito alto: de um modo que agradasse a Deus.

Essa pergunta muda a nossa mente sobre mordomia cristã. Deixamos de perguntar: “Qual é o mínimo que preciso fazer? Servir uma vez por mês na escala da recepção?” e passamos a perguntar: “Como aquilo que Deus colocou em minhas mãos pode ser usado de maneira a agradar a Deus?”

O que devo fazer com meu tempo, com o meu lar, com meus recursos, com meus dons e talentos, com minha formação profissional, com minhas habilidades relacionais ou de planejamento? Tudo isso pode ser colocado à disposição de Cristo. Quando vivemos assim, encontramos uma alegria profunda. Deixamos de servir por constrangimento ou pelo desejo de sermos vistos por homens, mas pelo desejo de agradar a Deus.

E porque essa coerência e esse serviço em amor devem existir? Porque isso importa tanto? 3. Porque o Nome de Jesus dá propósito ao nosso serviço.

7 Pois foi por causa do Nome que eles saíram

Aqui está o centro dessa passagem. Por causa do Nome. Por causa de Jesus Cristo e pela causa de Jesus Cristo.

Aqueles homens haviam saído para que Jesus fosse conhecido. Eles não viajaram para fazer seus nomes conhecidos. Eles colocaram suas vidas a serviço de um outro nome. Do Cristo que morreu crucificado e ressuscitou. Do Filho de Deus, de Quem recebemos perdão e vida. Eles saíram por causa desse Nome. E foi por causa desse Nome que Gaio abriu sua vida e sua casa para eles.

Isso muda completamente a dimensão do que Gaio fez. Gaio não é apenas um benfeitor de alguns andarilhos. Gaio era um cooperador da missão de Cristo. Observem que João diz:

eles saíram, sem receber nada dos gentios.

Aqueles missionários não estavam colocando sobre as pessoas que eles evangelizavam a responsabilidade de sustentar a missão. Quem deve sustentar a missão é o povo de Deus. Por isso João diz no versículo 8:

8 Portanto, devemos acolher esses irmãos, para que nos tornemos cooperadores com eles na proclamação da verdade.

Observe: **“Devemos.”**Não é uma sugestão para quem tem uma casa espaçosa ou para gente que é especialmente generosa. João está escrevendo no plural. Não é uma obrigação apenas de Gaio, é de todos nós que cremos.

A missão não é um privilégio e uma responsabilidade apenas de pessoas enviadas. A missão é uma responsabilidade da igreja. Gaio não seguiu viagem com eles, mas Gaio participou daquela missão. Gaio não foi pregar em outro lugar junto com eles, mas Gaio ajudou que alguém chegasse lá. Talvez o nome de Gaio nem foi mencionado onde aquelas pessoas foram pregar, mas a ação de Gaio ajudou a fazer o Nome de Jesus conhecido.

É assim que a missão funciona. Alguns vão e muitos ajudam os que vão. Alguns pregam e anunciam, outros tornam a pregação possível. Alguns ensinam e outros sustentam quem os alimenta com a Palavra. Alguns têm seus nomes escritos, mas o Reino de Deus acontece por intermédio de pessoas que são vistas e lembrada apenas por Deus.

Na missão, podemos orar, contribuir, hospedar, transportar, alimentar, dar uma cama, atender alguma urgência médica, sustentar missionários, usar nossos dons profissionais, arrumar uma sala, enrolar um cabo. Essas coisas podem parecer pequenas, mas o que fazemos serve para ao avanço da verdade e ao Nome de Cristo. João chama isso de cooperação com a verdade.

Missões não é aquilo que “os missionários fazem”. Missão é obra de Cristo, confiada à sua igreja. Alguns são enviados e os que ficam devem perguntar: O que Deus colocou em nossas mãos que pode avançar o Nome de Jesus?

No reino de Deus não precisamos de protagonismo. Nós gostamos de sermos reconhecidos, mas nosso chamado é empregar nossos recursos, como Gaio, para quem um Nome maior seja glorificado.

Mas Deus tem bom humor. Dois mil anos depois, falamos sobre Gaio. Ele é lembrado porque viveu para fazer outro nome conhecido. Ele viveu por outro Nome e isso é o que significa ser Cristão, carregar o nome de Cristo.

Não devemos viver para sermos importantes aos olhos dos outros. Nossa vida, com tudo o que temos, é que deve apontar para a importância de Cristo.

Você conseguiu enxergar essa progressão no texto? A verdade do evangelho transforma o caráter. O amor do evangelho abre nossas vidas ao serviço e o Nome de Jesus é o propósito e a motivação de tudo.

A verdade nos alcança, vivemos a verdade e ela se manifesta em amor. Assim a missão avança e o nome de Cristo é exaltado. É isso que vemos em Gaio. Ser parecido com ele é pouco. Poderíamos copiar algumas atitudes dele, como cuidar de missionários, e ficar ainda distantes de Deus.

Podemos ser generosos e hospitaleiros, servir na igreja e desenvolver bons hábitos e, mesmo com tudo isso, não conhecer Cristo. O evangelho não começa com nossas boas obras, ele começa com o que Jesus fez pelos pecadores. Ele veio ao nosso encontrou e se entregou. Ele recebeu em si o castigo que era nosso morrendo em nosso lugar. Mas, glória a Deus, Ele ressuscitou e perdoa pecadores que se achegam a Ele.

Servimos a Deus porque, em Cristo, Deus nos recebeu por graça. É dessa realidade que nasce uma vida como a de Gaio. Se você ainda não confiou em Jesus, sua primeira resposta não é abrir sua casa para servir, mas se arrepender e crer em Jesus.

Não adianta tentar se parecer com Gaio para tentar comprar o que Deus oferece de graça em Jesus. Venha como um pecador arrependido e confie em Jesus. É o Nome dEle que salva.

Se você já crê, então até onde essa verdade penetrou na sua vida? Ela parou na sua mente ou transformou a sua agenda? Ela chegou no seu bolso? Ela tem a chave da sua casa? Ela muda o que você faz quando acha que ninguém está te vendo? Ela muda a forma como você entende a missão?

Em Gaio, a verdade desceu ao coração e chegou até os pés porque ele caminhava na verdade. Ela apareceu nas mãos que serviram. Não seria maravilhoso que pessoas que tiverem o privilégio de viver com você pudessem dizer: “Há verdade ali.” Há amor naquela irmã.

Isso seria maravilhoso, não por causa de você, mas porque isso tornaria mais fácil de ver a beleza de outro nome. Que vale a pena viver por causa desse Nome, vale a penas servir a causa desse Nome, vale a pena ir por causa desse Nome. Porque o herói não é Gaio, nem somos nós. O herói é Jesus Cristo.