Ageu 1 - Reordenando Prioridades: Chamado para Arrepender-se e Reconstruir
11 de agosto de 2023 • 15 min de leitura

A. Deus repreende o remanescente que voltou por causa das prioridades equivocadas [1:1–11]
- Introdução. O livro de Ageu mostra como Deus falou com seu povo em um tempo em que ele estava focado em seus próprios interesses e, por causa disso, falhou em florescer. Apenas em arrependimento e obediência é que eles obteriam a bênção de Deus.
O livro de Ageu é fora da curva, especialmente entre os livros proféticos. Nele, a mensagem do Profeta foi entregue e o povo ouviu e se arrependeu. Nos outros livros, o povo é chamado ao arrependimento, mas não atende. Assim, Ageu é um livro único e encorajador. Ageu é um exemplo do que pode acontecer quando o povo de Deus atende ao chamado dEle e experimenta a Sua bênção.
Este livro conta parte da história do povo de Deus, história que de muitas maneiras se repete nas Escrituras e em nossas vidas. Deus projetou o mundo para funcionar de determinada forma. Quando pecamos, não florescemos como deveriámos. Essa falta de brilho e de alegria só podem ser corrigidas com arrependendimento e obediência.
Ageu, tanto o profeta, quanto a mensagem, são um presente de Deus para Seu povo, um chamado ao arrependimento e à obediência que trazem a bênção de Deus. O povo não via a prosperidade e Ageu os lembrou que isso acontecia quando Deus era desconsiderado.
No segundo ano do rei Dario: Não havia rei em Israel. A referência era externa, mas com pontos cronológicos bem específicos (Ageu 1:1, 1:15, 2:1, 2:10, 2:20). A profecia começa em setembro do ano 520 a.C.
Ageu é o primeiro dos profetas menores pós-exílicos. Dos 12 Profetas Menores, apenas 3 (Ageu, Zacarias, Malaquias) foram escritos para aqueles que voltaram do exílio que durou 70 anos.
ii. Em 538 a.C. Ciro, rei da Pérsia, permitiu que os judeus voltassem para Jerusalém após os 70 anos de cativeiro. Dois anos depois (536 a.C.) começou a construção do templo, liderada por Zorobabel. A obra foi interrompida dois anos depois (534 a.C.) e permaneceu parada por 14 anos, até ser retomada em 520 a.C. Depois de 4 anos, o templo foi concluído, em 516 a.C. (Esdras 6:15)
***b. A palavra do Senhor veio pelo profeta Ageu:***Nos anos complicados do retorno do exílio, Deus falou ao Seu povo por meio do profeta Ageu. Sabemos pouco sobre ele.
Ele era provalvemente alguém com mais de 70 anos e que viu o templo original que foi destruído. Por isso, ele pode entender com mais clareza a necessidade da reconstrução, uma vez que a centralidade da adoração no templo era vital para a saúde espiritual da nação.
Seu nome é uma abreviação de “Festival de Yahweh”, dando a entender que ele nasceu no dia de uma das grandes festas religiosas de Israel. Ele é citado duas vezes no Livro de Esdras como o profeta que supervisionou a reconstrução do templo, em Ed 5:1–2 e 6:14.
1 O profeta Ageu e o profeta Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém, em nome do Deus de Israel, que estava sobre eles. 2Então Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesua, filho de Jozadaque, começaram a reconstruir a Casa de Deus, em Jerusalém. Os referidos profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam. (Ed 5:1–2)
14 Os anciãos dos judeus iam construindo e prosperando em virtude do que profetizaram os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ido. Reconstruíram o templo e o terminaram segundo a ordem do Deus de Israel e segundo o decreto de Ciro, de Dario e de Artaxerxes, reis da Pérsia. (Esdras 6:14)
c. Zorobabel … Josué: Ageu nos apresenta duas figuras importantes em Jerusalém durante estes dias difíceis de reconstrução do templo. Zorobabel era o governador de Jerusalém e descendente do rei Jeconias. Josué era o sumo sacerdote.
2. Uma desculpa para não reconstruir o templo. Meu conforto primeiro, Deus depois.
2 — Assim diz o Senhor dos Exércitos: Este povo diz: “Ainda não chegou o tempo, o tempo em que a Casa do Senhor deve ser reconstruída.”
i. A obra começou gloriosamente: (Esdras 3:10–11)
10 Quando os construtores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor, segundo as instruções deixadas por Davi, rei de Israel. 11Cantavam responsivamente, louvando e dando graças ao Senhor, com estas palavras: “Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre sobre Israel.” E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando o Senhor por terem sido lançados os alicerces da Casa do Senhor.
ii. Apesar do começo glorioso, passados dois anos a obra parou, por causa do desânimo e da perda do foco. Quando Ageu profetizou, a fundação do templo e o altar estavam reconstruídos, mas o templo ainda não.
Ageu fez sua primeira profecia em setembro de 520 a.C. Naquela época, os que haviam retornado já estavam por lá há 18 anos, sendo que o trabalho de reconstrução do templo estava parado por 14 anos.
b. Este povo diz: É triste ouvir Deus se referir ao seu povo como “este povo” e não “meu povo”. Deus agiu assim ao ver que as prioridades e desculpas deles demonstravam que eles não queriam viver como povo de Deus, mas eles eram o remanescente. Centenas de milhares foram para o cativeiro babilônico e apenas cerca de 50.000 retornaram. Os que voltaram foram os que estavam mais comprometidos com a restauração de Jerusalém e com o próprio Deus.
Eles disseram para si mesmos: “não era hora de retomar o trabalho no templo”. Havia algumas boas razões pelas quais eles poderiam dizer isso e de fato a reconstrução do templo era algo difícil:
- A terra ficou desolada depois dos 70 anos de abandono
- O trabalho era difícil e eles não tinham muito dinheiro ou pessoal.
- o v. 6 dá entender que eles não tinham dinheiro sobrando.
- Eles enfrentaram quebras de safra e seca (Ageu 1:10–11)
- O livro de Esdras fala da resistência dos inimigos (Esdras 4:1–5) c. “Ainda não chegou o tempo, o tempo em que a Casa do Senhor deve ser reconstruída.”
A desculpa soava espiritual. Como não dava para dizer que construir o templo era um erro, eles disseram que não era a hora certa. Eles racionalizaram e decidiram que não era o tempo da reconstrução, afinal: “Se está tão difícil, então é certo que Deus não quer isso agora.”
“Não chegou a hora” significa também “tenho coisas mais urgentes para fazer”. Isso não é novidade para nós, afinal negligenciar as coisas de Deus em favor das nossas agendas é algo muito comum.
Eva desconsiderou a palavra de Deus e confiou em sua agenda de autonomia. Adiar ou desconsiderar a obediência é uma marca da humanidade desde a queda. A raiz desse mal é o orgulho: cremos que nossa sabedoria e nossas prioridades são melhores do que as de Deus.
Ageu queria que o povo mudasse o coração para priorizar Deus. Isso nos lembra de Marta sendo repreendida por Jesus por estar presa nas rotinas domésticas sem deixar espaço para adorar o Cristo em casa.
O maior desejo de Deus para nós é que nos alegremos nEle. Muitas vezes, como crianças que não querem dormir, gastamos nossas energias em outras coisas, adiando a obediência. Somos assim desde o Eden. Só a cruz para nos reordenar.
É fácil encontrar desculpas espirituais. Eles podiam ter imaginado que os 70 anos de cativeiro, profetizados em Jeremias, ainda não estavam cumpridos porque houve três levas de retorno. Mas eles esqueceram da oração feita por Daniel, no cap. 9.
Seja qual foi a desculpa, o fato foi que eles abandonaram o templo e se dedicaram a reconstrução da cidade. Eles eram como Marta, cheias de coisas para fazer, mas sem a preocupação de se encontrar com Jesus em adoração.
3. Ageu expõe suas prioridades erradas (3–4) Conforto ao invés da obediência.
a. Então veio a palavra do Senhor: Deus viu e ouviu suas desculpas e prioridades ruins - e Ele tinha algo a dizer a eles por meio do profeta Ageu. b. 4— Acaso é tempo de vocês morarem em casas luxuosas
O povo disse que não era hora de reconstruir o templo, mas eles queriam morar em casas bem confortáveis e estavam confortáveis em seus negócios e rotinas regulares.
**c.**enquanto este templo permanece em ruínas?
Aqui estava o verdadeiro problema. O problema não eram as casas bonitas, cheias de conforto, mas o fato de isso acontecer e o templo estar em ruínas. O problema estava nas prioridades invertidas. Eles não se preocupavam com a honra de Deus, desde que tivessem conforto. Deus cobrou deles que o templo fosse tão próspero quanto as casas deles. Que eles estivessem tão dispostos a se sacrificar pela obra de Deus quanto estavam por construir seu conforto e luxo pessoais.
ii. É fácil entender esse processo. A reconstrução foi interrompida por causa das dificuldades, mas era fácil justificar a omissão:
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“Fomos impedidos de continuar a obra e já estou cansado de morar em uma casa sem conforto, é hora de reformar a minha casa”
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“Deus quer que eu dê atenção às coisas na minha casa, afinal o meu lar é o meu primeiro ministério”
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“Eu gostaria de doar mais recursos para construir o templo, mas preciso terminar minha obra:
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Minha casa não é luxosa. Compare com a dos vizinhos. Olha as carruagens que eles têm na garagem!
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“Alguém vai começar a reconstruir o templo. Espero que Deus o abençoe. Eu tenho que terminar a minha sala de visitas” • “O templo ficou fechado por mais de 50 anos. Um pouco mais não é um problema. “Não é o tempo correto, mais pra frente será melhor.”.
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“O altar já foi reconstruído e podemos oferecer sacrifícios lá. Está funcionando... iii. Essas desculpas soam familiares, mas Deus ve o coração por detrás delas. Foi assim nos tempos de Ageu e é assim hoje. O profeta Ageu agiu como um despertador de madrugada, chato, mas necessário.
4 . “Muitos cristãos são como aqueles judeus. Eles se convencem de que é importante economizar com as causas de Deus e, ao mesmo tempo, não poupam em seus luxos pessoais. ” (Alden)
... Você deve tanto a si mesmo e tão pouco ao seu Deus? (Poole)
Ageu entendeu que aquilo era um problema no coração. Se o coração deles se aquecessem para Deus, o comportamento mudaria. Eles desobedeceram por amar mais a si mesmos do que a Deus. Eles adoravam ídolos, não a Deus, e o ídolo eram eles mesmos.
O problema não era o abandono do templo, mas do próprio Deus. O conforto cresceu de importância, o medo dos samaritanos era maior do que o temor a Deus, eles procuraram a autopreservação, não a fé e a confiança em Deus. Eles queriam prosperar, mas falharam por terem rejeitado Deus como objeto do maior amor. Ignorar a Deus leva a perda da alegria.
4. Considere seu passado e o resultado (5–6)
a. 5Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerem o que tem acontecido com vocês.
Considere seu passado, considere os seus caminhos! A figura de linguagem literal é “coloque seu coração em suas estradas”. Ageu pede ao povo de Deus que considere o resultado da direção de vida que eles tomaram e se gostariam de continuar assim. Ageu estava dizendo: o que vocês escolheram não resultou em nada, façam um autoexame.
O que você ganhou por desprezar o Senhor? Ageu não é uma versão preliminar de um evangelho da prosperidade. Ageu é um lembrete que o mundo funciona melhor da forma que Deus projetou. Ageu mostra que a falta de obediência resulta em falta de florescimento.
Fazer um balanço da vida é desafiador e pode ser doloroso, mas é muito importante. Quando consideramos nossas próprias vidas, somos desafiados a considerar se estamos ou não andando em obediência aos propósitos de Deus e Seus mandamentos e a entender os resultados que vem como consequência dessas escolhas.
b. Você semeou muito e colheu pouco:
6 Vocês semearam muito e colheram pouco; comem, mas isso não chega para matar a fome; bebem, mas isso não dá para ficarem satisfeitos; põem roupa, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para colocá-lo numa sacola furada.
As dificuldades financeiras vieram como consequência da inversão de prioridades. Eles sofreram tombo atrás de tombo porque a benção de Deus não estava sobre eles. Ageu descreve uma dupla maldição. Em vez de muito, colheram pouco; e o pouco colhido não matou a fome, trouxe pouco proveito. Foi como dinheiro guardado em sacola furada.
“Não conheço nenhuma passagem na Bíblia que descreva melhor a agitação enorme, mas ineficaz, de nossa época.” (Boice)
Eles estavam correndo atrás do rabo, mas a verdade é que Deus nos chama a sermos benção em qualquer circustância. Eles deveriam abençoar a Babilônia enquanto estiveram cativos por lá. O problema é que a desobediência traz consequências.
ii. o que estava acontecendo com eles era o cumprimento das maldições da Lei reveladas por intermédio de Moisés, (Dt 11:16–17).
16 — Tenham cuidado para que não aconteça que o coração de vocês se engane, e vocês se desviem, sirvam outros deuses e se prostrem diante deles. 17Se isso acontecer, a ira do Senhor se acenderá contra vocês, ele fechará o céu para que não chova, a terra não dará a sua colheita, e em pouco tempo vocês serão eliminados da boa terra que o Senhor lhes dá.
O povo estava sendo julgado e nem percebia. Eles atribuíam isso ao azar, as momento econômico, mas Deus estava tentando dizer algo e eles não ouviam.
iii. Às vezes estamos com prioridades equivocadas, mas estamos bem financeiramente. Não é por isso que devemos imaginar que Deus está alegre conosco. Devemos nos arrepender e rever nossas prioridades antes que Deus nos lembre de outra forma.
c. bebem, mais isso não dá para ficarem satisfeitos: Percebam, prioridades erradas não nos satisfazem. Cada conquista sem Deus só revela a incapacidade delas de nos satisfazer. Nada preenche o vazio de de Deus, exceto o próprio Deus posto em seu devido lugar.
5. O que eles deveriam fazer: reconstruir o templo (7–11)
7 — Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerem o que tem acontecido com vocês. 8Vão até o monte, tragam madeira e reconstruam o templo. Dele me agradarei e serei glorificado, diz o Senhor. 9Vocês esperavam que fosse muito, mas o que veio foi pouco, e esse pouco, quando o levaram para casa, eu o dissipei com um sopro. E por quê? — pergunta o Senhor dos Exércitos. Porque o meu templo permanece em ruínas, enquanto cada um de vocês corre por causa de sua própria casa. 10Por isso, os céus retêm o seu orvalho, e a terra não produz os seus frutos. 11Fiz vir a seca sobre a terra e sobre os montes, sobre o cereal, sobre o vinho, sobre o azeite, sobre o que o solo produz, sobre as pessoas, sobre os animais e sobre todo trabalho das mãos.
7: considerem o que tem acontecido com vocês.
Ageu os chama agora ao arrependimento. O que eles precisam é de uma mudança de coração que leve a mudança de comportamento. Eles precisavam voltar o coração para Deus para que seus comportamentos sejam agradáveis a Deus.
A Bíblia aponta um padrão: Quando o coração muda, o comportamento muda. Deus espera mudança de atitudes, mas deixa claro que elas são válidas se forem um reflexo do coração. Ageu proclamava um arrependimento que produz obediência.
De fato, é impossível que pecadores obedeçam perfeitamente a um Deus santo que exige santidade. Só há duas alternativas: enfrentar a ira de Deus ou apelar para um mediador. Só podemos escapar da ira justa de Deus, se alguém puder nos redimir. Isto nos dirige para Jesus.
Todas nós enfrentamos o mesmo problema por causa da nossa desobediência: insatisfação e ira de Deus sobre nós. Todos precisamos de um redentor. A Bíblia ensina que: “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9:27). A menos que a graça de Deus em Cristo nos cubra, estaremos a caminho da condenação eterna.
Graças a Deus que Ele providenciou a intervenção necessária:
“Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21).
Esta passagem serve para nos apontar para Jesus, pois nós, como os israelitas, somos culpados de desobediência e estamos sob a ira de Deus, mas por causa do sacrifício de Cristo em nosso lugar, a redenção está disponível.
Esse arrependimento seria evidente nas atitudes: v.8
**a. Vão até o monte e tragam madeira:**Deus chama seu povo para trabalhar. Às vezes, a causa de Deus demanda o seu esforço, trabalho sustentado por oração, não trabalho negligenciado por alguma justificativa espiritual ou pessoal, trabalho que deve ser abraçado sem pensar: “Alguém pode fazer isso em meu lugar”.
Quando David Livingstone se candidatou numa agência missionária para ir evangelizar na África, disseram para ele:
“Jovem, quando Deus achar adequado evangelizar a África, Ele o fará sem a sua ajuda”.
Este é o caso - Deus queria evangelizar a Africa e Ele frequentemente esperará nossa participação.
**b.**Dele me agradarei e serei glorificado, diz o Senhor. era hora do povo de Deus começar a se preocupar em glorificar a Deus e não a si mesmo. Em suas belas casas e vidas prósperas, eles buscaram alegria e auto-exultação; agora eles deveriam pensar em Deus.
i) Isto precisava ser feito com a atitude correta de coração: um coração que deseja agradar e glorificar a Deus.
**c.**9Vocês esperavam que fosse muito, mas o que veio foi pouco: Quando Deus foi negligenciado, nada deu certo. Eles conseguiram realizar algumas coisas materiais (como construir suas próprias casas), mas isso não trouxe a realização e a satisfação que eles precisavam e desejavam.
**d.11Fiz vir a seca sobre a terra e sobre os montes:**Podemos imaginar o povo desanimado por causa da seca. Eles poderiam ter imaginado que era obra do acaso, que Deus os havia esquecido, ou que era um ataque de Satanás. Alguns podem ter orado com fervor contra essa “trama Satânica”.
Acontece que a secura do tempo, a secura da alma, não foi obra do Diabo, mas foi o Senhor que fez vir a seca sobre a terra. O problema não foi o Diabo, mas a prioridades equivocadas.
e. Trigo, vinho e azeite: Porque eles negligenciaram o Senhor, Ele negligenciou abençoar suas três colheitas básicas.
Reflita e discuta
- Você consegue pensar em uma ocasião em que Deus, por meio de Sua Palavra, um sermão ou outra fonte, chamou você à obediência e ainda assim você adiou a obediência?
2. O que motiva seu coração a desejar adiar a obediência?
3. Você consegue pensar em itens em sua vida que são valiosos demais para desistir, mesmo que Deus exija isso de você?
- Se você teve momentos de letargia espiritual, notou como é fácil convencer os outros de que está indo bem com o comportamento religioso, mesmo quando está se afastando cada vez mais de Deus?