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Efésios 2:11-22 - Chamados para Pertencer: A Família de Deus

01 de agosto de 202614 min de leitura

Efésios 2:11-22 - Chamados para Pertencer: A Família de Deus

Chamados para pertencer: de distantes a morada de Deus

Texto: Efésios 2.11–22 Ideia central: Por sua morte, Cristo chama e aproxima pecadores de Deus e os une em um único povo.

Boa noite. É uma alegria celebrar os três anos da ICE Videira, rever amigos e reconhecer o que Deus tem feito por intermédio desta igreja.

À medida que amadurecemos, aniversários se tornam oportunidades para recordar como tudo começou, reconhecer a ação de Deus e pensar no caminho adiante. Quando uma igreja amadurece, ela também pergunta: o que nos fez existir?

A Videira não começou em um almoço entre o presbítero Pedro e o pastor Danilo, nem no café do Daniel quando pensamos a Jardins, nem no envio do pastor Tiago para Águas Claras. Uma igreja não começa quando aluga um salão, realiza o primeiro culto ou registra seu estatuto.

A igreja começa quando Cristo chama um povo para si. Prédios e documentos podem colaborar, mas somente Cristo cria um povo para Deus. A igreja existe porque Jesus morreu, ressuscitou e continua chamando pecadores pelo Espírito e pela Palavra.

Por isso, o chamado de Cristo não é apenas para o perdão individual. Ele nos chama para pertencermos a ele e para fazermos parte de um povo. Essa é a mensagem de Efésios 2.11–22.

11 Portanto, lembrem-se de que no passado vocês eram gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisão, que é feita na carne por mãos humanas. 12Naquele tempo vocês estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. 13Mas agora, em Cristo Jesus, vocês, que antes estavam longe, foram aproximados pelo sangue de Cristo. 14Porque ele é a nossa paz. De dois povos ele fez um só e, na sua carne, derrubou a parede de separação que estava no meio, a inimizade. 15Cristo aboliu a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo uma nova humanidade, fazendo a paz, 16e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por meio da cruz, destruindo a inimizade por meio dela. 17E, quando veio, Cristo evangelizou paz a vocês que estavam longe e paz também aos que estavam perto; 18porque, por meio dele, ambos temos acesso ao Pai em um só Espírito. 19Assim, vocês não são mais estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, 20edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular. 21Nele, todo o edifício, bem-ajustado, cresce para ser um santuário dedicado ao Senhor. 22Nele também vocês estão sendo edificados, junto com os outros, para serem morada de Deus no Espírito.

Paulo escreve principalmente a cristãos gentios, antes separados de Israel, das alianças e da história da redenção. Mas, por meio de Cristo, eles foram aproximados. A salvação não mudou apenas o destino eterno deles; mudou sua identidade, sua posição e seus relacionamentos. Cristo chama os distantes, reconcilia-os pela cruz e faz deles uma família.

1. Sem Cristo, éramos distantes e estrangeiros.

Paulo começa o versículo 11 com uma ordem: “Portanto, lembrem-se”. Quando pensamos em conversão, geralmente pensamos em esquecer o passado. Existem culpas e experiências que não podem mais definir nossa identidade. Mas há algo que devemos lembrar: quem éramos sem Cristo?

A memória da graça depende de lembrarmos o quanto éramos necessitados. Quando esquecemos de onde Deus nos tirou, começamos a atribuir mérito a nós mesmos e a olhar os outros com superioridade.

Por isso, Paulo recorda que os gentios eram chamados de incircuncisos pelos judeus. Havia uma profunda separação religiosa, cultural e social. Os judeus carregavam o sinal da aliança e conheciam as promessas; os gentios eram considerados estrangeiros e excluídos dos privilégios da aliança.

Mas Paulo vai além dessa barreira social. No versículo 12, ele descreve cinco condições que afetavam os gentios antes do evangelho. Eles estavam separados de Cristo, separados da comunidade de Israel, eram estranhos às alianças da promessa, não tinham esperança e estavam sem Deus.

Paulo não suaviza o diagnóstico. Ele não diz que os gentios eram apenas pessoas bem-intencionadas e mal-informadas. O problema era mais grave: estavam separados de Cristo e sem Deus no mundo.

Essa é a condição humana sem Jesus. Uma pessoa pode ser religiosa, conhecer passagens bíblicas, frequentar uma igreja e ainda permanecer longe de Deus. Talvez você tenha crescido em um lar cristão, conheça os cânticos e considere a igreja um bom ambiente para seus filhos. Mas a pergunta central não é se você aprova o ambiente cristão. A pergunta é: você pertence a Cristo?

Talvez você tenha vindo por convite ou esteja ensaiando um retorno à igreja. Proximidade cultural não salva. É necessário ser reconciliado com Deus por meio de Jesus.

Paulo quer que nos lembremos de uma realidade desconfortável: sem Cristo, não éramos pessoas livres escolhendo se iríamos ou não acrescentar a fé na nossa vida. Não, nós estávamos sem esperança e sem Deus no mundo.

Mas o texto não termina no versículo 12. O versículo 13 começa com uma grande virada: “Mas agora...” Estávamos longe. Mas agora, em Cristo Jesus, algo aconteceu.

2. Pelo sangue de Cristo, fomos aproximados e reconciliados

Paulo escreve:

13 Mas agora, em Cristo Jesus, vocês, que antes estavam longe, foram aproximados pelo sangue de Cristo.

Observem: vocês foram aproximados pelo sangue de Cristo. Não encontramos sozinhos o caminho. O caminho veio até nós. Deus tomou a iniciativa. O evangelho não é a história de pessoas perdidas que descobriram como chegar a Deus, mas a história do Deus que veio buscar quem não podia voltar por conta própria.

Nossa aproximação de Deus não acontece por sermos religiosos, inteligentes ou disciplinados. Ela acontece por causa do sangue de Cristo. Entrar na família de Deus custou a vida do Filho unigênito.

Jesus tomou sobre si a culpa dos pecadores. Na cruz, recebeu a condenação que merecíamos, satisfez a justiça de Deus e abriu o caminho para nossa reconciliação. Por isso, Paulo diz: Ele é a nossa paz.

Jesus não apenas trouxe uma mensagem de paz; ele próprio é a nossa paz. Não se trata de uma sensação produzida por um ambiente tranquilo. Nossa paz existe porque Cristo carregou nossa condenação e nos reconciliou com o Pai.

Paulo também está tratando da paz entre judeus e gentios. Cristo fez dos dois povos um só e derrubou a parede de separação, a inimizade. Durante séculos, eles viveram divididos por barreiras religiosas e culturais. Israel havia recebido a lei, as alianças e as promessas; os gentios estavam fora dessa comunidade.

A própria estrutura do templo em Jerusalém dramatizava essa separação: os gentios podiam chegar apenas até determinado ponto.

Paulo usa a imagem de uma parede de inimizade que Cristo derrubou. Cristo não criou apenas um acordo de convivência entre judeus e gentios. Criou, em si mesmo, uma nova humanidade, um novo povo, pela sua morte e pelo poder do Espírito Santo.

No versículo 15, Paulo afirma que Cristo aboliu “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças”. Isso não significa que Deus deixou de possuir uma vontade santa para seu povo ou que a obediência se tornou irrelevante. Cristo cumpriu a lei e, pela sua morte, removeu as ordenanças que funcionavam como barreira entre judeus e gentios.

Ele não incorporou os gentios a Israel como estrangeiros de segunda classe, nem criou apenas uma convivência pacífica entre dois grupos que continuariam separados. Em si mesmo, Cristo criou dos dois uma nova humanidade, um único povo reconciliado.

No versículo 16, Paulo diz que Cristo reconciliou ambos com Deus em um só corpo, por meio da cruz, destruindo a inimizade.

A cruz opera em duas direções: reconcilia-nos com Deus e uns com os outros. Primeiro, resolve nossa hostilidade contra o Deus santo, nossa culpa e nossa rebeldia. Depois, derruba as barreiras, os orgulhos e as hostilidades que nos separam.

Essas duas reconciliações não podem ser divididas. Quem foi reconciliado com Deus é unido a um povo reconciliado. A igreja, portanto, é mais do que a reunião de pessoas do mesmo bairro, da mesma classe social ou com as mesmas opções políticas e morais. Ela é formada aos pés da cruz.

Na igreja, convivemos com pessoas que talvez não escolhêssemos para ser nossas amigas, mas Deus as escolheu para serem nossas irmãs. Nossa união não nasce de compatibilidades; nasce de Cristo.

A igreja não é uma exposição de gente que deu certo, mas a comunidade de quem não podia salvar a si mesmo e foi alcançado pela misericórdia. Se o acesso ao Pai é somente pela graça, ninguém pode afirmar que tem mais direito de estar no povo de Deus por causa do valor que oferta, do tempo que serve ou dos anos que frequenta uma igreja. A cruz elimina qualquer base para superioridade espiritual.

A graça também elimina o desespero. Talvez você pense que pecou demais para ter uma chance de fazer parte do povo de Deus. Suas culpas, fracassos e pecados podem parecer grandes demais. Contudo, Deus não exige que você primeiro se torne aceitável. Ele recebe em Cristo pecadores que se arrependem e creem.

O sangue que aproximou os gentios das alianças e promessas às quais antes estavam alheios é suficiente para aproximar os que hoje estão longe. Você não precisa justificar ou ocultar seus pecados. Confesse-os e confie naquele que morreu por pecadores.

No versículo 17, Paulo diz que Cristo veio e evangelizou paz aos que estavam longe e aos que estavam perto. Os gentios eram religiosamente distantes; os judeus, por sua vez, eram religiosamente próximos. Mas ambos precisavam ouvir a mensagem de paz.

Há pessoas que estão distantes e sabem disso. Outras estão religiosamente perto e pensam que isso basta. A criança que nasceu aqui na Videira precisa de Cristo tanto quanto quem nunca entrou em uma igreja. O religioso e o irreligioso precisam da mesma cruz.

Paulo conclui essa parte dizendo:

“Porque, por meio dele, ambos temos acesso ao Pai em um só Espírito.”

O versículo 18 mostra a obra do Deus triúno: por meio do Filho, no Espírito, temos acesso ao Pai. Toda a Trindade age em nossa salvação.

O Filho não apenas nos livra da condenação; ele nos conduz à presença do Pai, pelo Espírito. O evangelho não nos oferece apenas perdão. Ele nos oferece acesso. Pertencemos ao povo de Deus porque, por meio de Cristo, fomos recebidos pelo próprio Deus. Fomos aproximados e recebemos acesso. Mas quem nos tornamos?

3. Em Cristo, tornamo-nos cidadãos, família e habitação de Deus.

O versículo 19 começa com uma conclusão:

19 Assim, vocês não são mais estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus,

Paulo contrasta nossa nova condição com nosso passado. Antes, éramos estranhos às alianças; agora já não somos estrangeiros. Cristo muda nossa identidade. Paulo usa três imagens. A primeira é a cidadania:

“Vocês são concidadãos dos santos”.

O estrangeiro vive em um lugar que não é totalmente seu. Ele pode morar ali, mas não possui os mesmos direitos e vínculos de um cidadão. Paulo diz que, em Cristo, os gentios receberam uma nova cidadania e passaram a pertencer ao reino de Deus.

Quem é encontrado por Jesus continua vivendo em Brasília, no Distrito Federal e no Brasil. Conserva suas responsabilidades de cidadão, mas recebe uma lealdade superior: a lealdade ao reino do Filho de Deus.

Nossa identidade final não está em nossa origem, profissão, posição social ou história familiar. Somos cidadãos do reino de Cristo.

A segunda imagem é ainda mais próxima: membros da família.

Paulo passa da esfera pública para a esfera doméstica. Não somos apenas governados pelo mesmo Rei; somos filhos adotivos na mesma casa. A igreja verdadeira é uma família, não uma empresa, fábrica ou prestadora de serviços religiosos.

Muitas vezes dizemos que a igreja é uma família, mas mantemos relações frágeis e distantes. Família é mais do que simpatia. Família envolve renúncia, compromisso, conhecer e ser conhecido, corrigir e ser corrigido.

Família significa permanecer quando surgem a dor e o desentendimento. Não existe família saudável sem responsabilidade e perseverança.

Essa família universal se torna visível e concreta quando cristãos assumem compromisso uns com os outros em igrejas locais. Por isso, fazer parte de uma igreja é muito mais do que assistir a um culto quando dá certo.

O culto é central: nele, a Palavra é pregada, as ordenanças são administradas, oramos e cantamos juntos. Mas a família também compartilha a vida, cuida dos doentes, ensina os mais novos, honra os mais velhos e corrige quem se desvia.

Não faz sentido participar de uma igreja e evitar vínculos; ser alimentado sem assumir responsabilidades; permanecer conhecido apenas de longe; manter sempre um pé do lado de fora, pronto para fugir quando algo não for agradável. Existe uma diferença entre visitar uma família e fazer parte dela.

Naturalmente, alguém pode visitar, conhecer e avaliar uma igreja. Ninguém deve assumir compromissos de forma irresponsável. Também existem igrejas que ferem, abusam ou abandonam a fidelidade bíblica, e nesses casos pode ser necessário sair.

Mas abandonar toda comunhão com uma igreja bíblica e saudável não vai curar as feridas produzidas por uma igreja ou liderança adoecida. Talvez alguém tenha se afastado por decepções legítimas ou porque fugiu de problemas que precisava enfrentar. O chamado não é fingir que nada aconteceu, mas procurar ajuda e voltar a andar com o povo de Cristo.

Ser um eterno visitante não é a condição bíblica normal. Cristo chama seu povo a pertencer. Isso envolve confissão pública de fé, submissão à Palavra de Deus, caminhada com outros crentes e responsabilidade pelo cuidado mútuo.

A terceira imagem é a de um edifício.

Paulo diz que a igreja foi edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo Cristo Jesus como pedra angular.

20edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular. 21Nele, todo o edifício, bem-ajustado, cresce para ser um santuário dedicado ao Senhor. 22Nele também vocês estão sendo edificados, junto com os outros, para serem morada de Deus no Espírito.

A pedra angular determina o alinhamento do edifício. Cristo não é apenas o fundador da igreja. Ele é quem sustenta, direciona e forma o edifício. Uma igreja deixa de ser saudável quando Cristo não é o centro.

Uma igreja pode conservar sua estrutura e suas atividades e, ainda assim, perder sua identidade quando abandona o Cristo anunciado pelos apóstolos. Todo o ativismo é sem sentido se não houver fidelidade a Cristo e à Palavra dada pelos apóstolos. Quando esse edifício está em Cristo e bem ajustado, cresce para ser um santuário dedicado ao Senhor.

Observe a expressão: edificados juntos com os outros, no v. 22:

22 Nele também vocês estão sendo edificados, junto com os outros, para serem morada de Deus no Espírito.

Paulo diz que estamos sendo edificados “junto com os outros” para sermos morada de Deus no Espírito. Deus não um colecionador de pedras, ele é um construtor. Uma pedra isolada pode ser bela e resistente, mas não forma um edifício. A Bíblia não reconhece como espiritualidade cristã madura a decisão deliberada de permanecer isolado. Cristo não salva pedras para deixá-las espalhadas. Ele as aproxima, alinha e edifica.

A igreja é um povo ao qual pertencemos, não um produto para nos servir. Não é um palco no qual alguns trabalham enquanto outros apenas assistem. A igreja é a morada de Deus pelo Espírito.

Quando a igreja se reúne, Deus está edificando e sustentando um povo para sua glória. Isso deve corrigir nossas expectativas. Se a igreja está sendo edificada, não devemos esperar perfeição. Uma obra tem barulho, poeira e partes inacabadas. Da mesma forma, toda igreja local é formada por pessoas em transformação.

Isso não justifica pecado, abuso ou negligência. Pecados precisam ser confrontados e erros corrigidos. Mas devemos abandonar a fantasia de uma igreja na qual nunca seremos contrariados, decepcionados ou cobrados. A igreja perfeita está sendo preparada por Deus.

Nossa busca deve ser por uma igreja que anuncie o Cristo verdadeiro, obedeça à Palavra, demonstre arrependimento e tenha um povo sendo edificado junto.

Videira, três anos depois, sua tarefa não é apenas continuar existindo. Permaneça edificada sobre a Palavra apostólica. Mantenha Cristo como pedra angular. Receba aqueles que ele aproxima. Recuse as divisões que a cruz condena. Seja uma família na qual pessoas diferentes aprendem a amar, servir e perseverar juntas.

Este texto nos mostrou três grandes transformações: pessoas distantes foram aproximadas, estrangeiros se tornaram família e pedras dispersas estão sendo edificadas como morada de Deus. Tudo isso acontece em Cristo.

Conclusão:A resposta ao que você ouviu nesta noite depende de onde você está.

Talvez você esteja longe de Cristo, mesmo dentro de uma igreja. O convite é: venha para Cristo. Você não pode se salvar. Reconheça seus pecados, abandone a autossuficiência e confie naquele que morreu e ressuscitou. O sangue de Cristo aproxima os que estavam longe.

Talvez você já tenha caminhado em comunhão com Cristo e com sua igreja, mas esteja afastado. Você pode carregar frustrações legítimas; talvez também tenha errado e fugido em vez de enfrentar o problema.

O chamado é: retorne à comunhão obediente com Cristo. Procure-o em arrependimento e fé. Não esconda suas feridas nem justifique seus pecados. Receba novamente a correção, o consolo e a graça que encontramos nele.

E, como consequência desse retorno a Cristo, volte a caminhar com o povo que ele comprou com seu sangue. Cristo não nos conduz a uma espiritualidade isolada. Procure ajuda, reabra o coração para uma igreja bíblica e recomece com humildade.

Talvez você creia em Jesus e esteja frequentando a Videira ou outra igreja bíblica, mas ainda não tenha assumido compromisso. O chamado é: caminhe com o povo de Cristo. Abandone a superficialidade cômoda de ser apenas um visitante assíduo. Seja cuidado e cuide. Não permaneça na varanda quando Cristo o chama a entrar e fazer parte da família.

Hoje celebramos três anos da ICE Videira. A festa não existe simplesmente porque esta igreja sobreviveu às dificuldades iniciais. Celebramos o Cristo que continua chamando pecadores, derrubando barreiras, transformando estrangeiros em família e edificando pessoas para serem morada de Deus.

A igreja começa com o Cristo que chama um povo para si. E ele ainda chama. Venha para Cristo. Retorne à comunhão com Cristo. Caminhe com o povo de Deus. Cristo não chama pessoas para perdoá-las à distância. Ele as aproxima, faz delas sua família e habita no meio delas.