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Hebreus 11:20-22 - Olhando com Fé Além da Morte

23 de agosto de 202416 min de leitura

Hebreus 11:20-22 - Olhando com Fé Além da Morte

Hebreus 11:13 13Todos estes morreram na fé. Não obtiveram as promessas, mas viram-nas de longe e se alegraram com elas, confessando que eram estrangeiros e peregrinos na terra.

"Todos estes morreram." A realidade da morte é algo que evitamos e decidimos ignorar até que ela se aproxime de forma ameaçadora e inescapável. A morte, com seu bafo de enxofre ou hálito de Cristo, não poupa ninguém — todos, em algum momento, foram ou serão feridos por ela. Mesmo Enoque, que foi levado por Deus antes de morrer, não ficou alheio ao poder devastador da morte. Ele, como todos nós, testemunhou o sofrimento e a dor que ela causa, mesmo que sobre a vida de outros. Sim, antes de experimentarmos pessoalmente, a morte de pessoas que amamos nos fere e nos confunde.

O envelhecimento, as doenças e as feridas antecipam que caminhamos para a morte. A soma de títulos acadêmicos, excelentes laudos no sabin, boas contas bancárias e planos de saúde platinum, adicionados à nossa alimentação equilibrada e à prática esportiva metódica e equilibrada são incapazes de nos imunizar contra a morte. Mesmo antes do dilúvio mundial, quando a expectativa de vida era muito maior, a narrativa era a mesma: “viveu tantos anos e morreu.”

Gênesis também relata que nem sempre foi assim. Quando Deus criou o universo, incluindo os seres humanos, tudo era muito bom e em ordem. Não sabemos quanto tempo isso durou, mas sabemos que tudo se desajustou no coração de nossos primeiros pais e eles pecaram. Viver sem a fonte da vida é morrer. Como herdeiros, herdamos sua sentença.

O fato que os descendentes de Adão morrem está em todos os jornais revelando a realidade implacável que Deus é justo e santo e que, portanto, ele se opõe com firmeza contra o viver sem Deus, o viver em autonomia ilusória, o viver em pecado.

Como é viver com essa sentença? Como ela se liga com a fé? O tempo não escoa para crentes e descrentes? Qual é a diferença? A diferença é esta: aqueles que tem fé em Deus olham com esperança para além da morte por causa das promessas de Deus.

Hebreus 11:13-14, 16

13 Todos estes morreram na fé. Não obtiveram as promessas, mas viram-nas de longe e se alegraram com elas, confessando que eram estrangeiros e peregrinos na terra. 14Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria ... 16Mas, agora, desejam uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porque lhes preparou uma cidade.

O texto desta noite, v.20-22, mostra como os patriarcas Isaque, Jacó e José lidaram com suas próprias mortes pela fé. Os primeiros, diante da perspectiva da própria morte, abençoaram seus filhos de acordo com a vontade de Deus, não da forma esperada pelas famílias.

José, por sua vez, prestes a morrer no Egito, que o acolheu por quase 100 anos, deu instruções para levar seus ossos de volta para a Terra Prometida quando os filhos de Israel retornassem do exílio. Ele adquiriu poder e honra no Egito que foram usados para salvar Israel, mas seu coração permaneceu ligado à terra natal que Deus havia prometido.

Eles enfrentaram desafios particulares conectados à própria morte, mas sua fé em Deus transformou a forma como eles processaram a dor e o mistério que a morte traz. Fundamental para nossa perseverança é olhar em fé para algo melhor, para além da morte. Meu convite é que você olhe para a morte sobre a perspectiva da soberania e da fidelidade divina.

2. Soberania: Fé no Deus que abençoa quem ele quer (20-21)

3. Fidelidade: Fé no Deus que cumpre suas promessas (22)

2. Fé no Deus que abençoa a quem Ele quer (20-21)

20 Pela fé, igualmente Isaque abençoou Jacó e Esaú, a respeito de coisas que ainda estavam para vir.

O versículo é pequeno, mas ele faz referência a uma história dolorosa de engano e de discórdia familiar. Gênesis 27:1-4

1 Quando Isaque envelheceu e os seus olhos se enfraqueceram, a ponto de não mais poder ver, chamou Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: — Meu filho! Esaú respondeu: — Aqui estou! 2O pai lhe disse: — Estou velho e não sei o dia da minha morte. 3Pegue agora as suas armas, a sua aljava e o seu arco, vá ao campo e apanhe para mim alguma caça. 4Faça uma comida saborosa, como eu aprecio, e traga aqui para mim, para que eu coma e abençoe você antes que eu morra.

No contexto, um pai moribundo decide abençoar seu primogênito, mas a esposa, Rebeca, monta um esquema para que o caçula, Jacó, preferido por ela, enganasse o pai cego, a fim de que Jacó fosse abençoado em lugar de Esaú. O plano funcionou.

Assim que Jacó saiu abençoado da presença do pai, Esaú retornou e preparou uma comida saborosa feita da caça. Esaú estava ansioso para honrar seu pai e ser por ele abençoado.

Ao perceber que fora enganado, o pai ficou trêmulo. Ele foi enganado e abençoou Jacó ao invés de Esaú. Mesmo ferido, ele não tentou reescrever a história. Ele havia, por toda a vida, preferido Esaú à Jacó, mas mesmo tendo sido enganado pela esposa e pelo caçula, a benção não foi revogada. Apesar de todo o engano e conflito, o plano revelado por Deus antes do nascimento dos gêmeos estava se cumprindo, mesmo com a dor de Isaque e de Esaú: Gênesis 25:23

23 E o Senhor lhe respondeu: “Duas nações estão no seu ventre, dois povos, nascidos de você, se dividirão: um povo será mais forte do que o outro, e o mais velho servirá o mais moço.”

Revoltado, Esaú jurou matar Jacó logo após a morte de Isaque. Por causa disso, Jacó, orientado por seus pais, fugiu. Mas antes de partir, seu pai o abençoou novamente. Ouça Gênesis 28:1-4

1 Isaque chamou Jacó e, dando-lhe a sua bênção, lhe ordenou, dizendo: — Não escolha uma esposa dentre as filhas de Canaã. 2Levante-se e vá a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de sua mãe, e tome lá por esposa uma das filhas de Labão, irmão de sua mãe. 3Que o Deus Todo-Poderoso o abençoe, faça com que seja fecundo e o multiplique para que você venha a ser uma multidão de povos. 4Que ele lhe dê a bênção de Abraão, a você e à sua descendência, para que você possua a terra de suas peregrinações, concedida por Deus a Abraão.

O Senhor abençoou Jacó em sua longa peregrinação. Lá ele teve doze filhos. Mas foi somente muitos anos depois, quando ele retornava para encarar seu irmão mais velho novamente, é que o Deus de Isaque, seu pai, se tornou seu próprio Deus. Foi apenas depois de lutar com um anjo do Senhor em Peniel que isso aconteceu.

Até ali, Ele se referia ao Senhor como o Deus de seu pai, não como seu próprio Deus. Em Peniel, Deus mudou seu nome de Jacó, o enganador ou o usurpador, para Israel, príncipe de Deus.

Então, o que aprendemos dessa história cheia de dramas, mas que aponta que a benção de Isaque foi um ato de fé?

Alguns princípios: O pecado mancha e fere até as famílias que conhecem o Senhor, mas o propósito de Deus segue inalterado. Ele cumprirá Suas promessas de acordo com Sua vontade, mesmo quando as coisas parecem distorcidas e fora do eixo, contrárias ao padrão esperado, diferentes do que desejamos, com enganos e ameaças. Mesmo quando uma geração sai de cena e outra toma o seu lugar, os propósitos de Deus prevalecerão.

A segunda bênção que Isaque concede a Jacó mostra a submissão dele à vontade providencial de Deus. A fé de Isaque estava ancorada no Deus que havia feito promessas a seu pai Abraão. A certeza de que Deus cumpriria essas promessas continuou apesar de toda a turbulência.

Isaque aceitou a vontade de Deus, mesmo quando enfrentou engano e dor dentro de sua própria família. Essa história nos ensina que, em meio ao sofrimento, somos chamados a confiar que Deus tem um propósito maior, mesmo quando não conseguimos ver. A submissão à vontade de Deus, especialmente em tempos difíceis, é uma expressão de nossa fé, que acredita que Deus está trabalhando todas as coisas para o nosso bem, mesmo quando não entendemos o processo.

Essa certeza de que Deus dirige a história, apesar de nós, é a alma do evangelho. Apesar de nós sermos inimigos de Deus, Ele nos amou e enviou Jesus. Apesar de nossas escolhas equivocadas e deliberadas de rebelião, Deus continua firme no propósito de salvar em Cristo aqueles que Ele escolheu para si.

Jacó, em sua morte, também revela essa fé que reconhece a soberania de Deus. V. 21:

21 Pela fé, Jacó, quando estava para morrer, abençoou cada um dos filhos de José e, apoiado sobre a extremidade do seu bordão, adorou a Deus.

Quando chegou a hora de Jacó morrer, ele abençoou seus filhos. Nisto, ele continuou um padrão inesperado de bençãos divinas. Observe que o autor destaca a benção sobre os filhos de José. Assim como Deus havia escolhido o filho Jacó, ao invés de Esaú, Jacó, ao final de sua vida, abençoou Efraim no lugar de Manassés. Vejamos Gn. 48:13-20.

13 Depois José pegou os dois filhos e os colocou diante do pai. Pegou Efraim com a mão direita, para que ficasse à esquerda de Israel, e Manassés com a mão esquerda, para que ficasse à direita de Israel. 14Mas Israel estendeu a mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, que era o mais novo, e pôs a mão esquerda sobre a cabeça de Manassés, cruzando assim as mãos, mesmo sendo Manassés o primogênito. 15E Israel abençoou José, dizendo:

— O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que tem sido o meu pastor durante a minha vida até este dia, 16o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes meninos! Que por meio deles seja lembrado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque! Que cresçam e se tornem uma multidão sobre a terra.

17 José viu que seu pai havia posto a mão direita sobre a cabeça de Efraim e isto não lhe agradou. Pegou a mão de seu pai para mudá-la da cabeça de Efraim para a cabeça de Manassés. 18E José disse ao pai: — Não assim, meu pai, pois o primogênito é este; ponha a mão direita sobre a cabeça dele. 19Mas seu pai recusou e disse: — Eu sei, meu filho, eu sei. Ele também será um povo, também ele será grande. Mas o seu irmão menor será maior do que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações. 20Assim, os abençoou naquele dia, declarando: — Por vocês Israel abençoará, dizendo: “Deus faça com você como fez com Efraim e com Manassés.” E assim Israel pôs Efraim antes de Manassés.

José é um homem temente a Deus, organizado, um líder que impôs ordem numa nação idólatra, ele foi capacitado por Deus para salvar povos, não apenas os israelitas, de morrerem de fome. Agora Ele estava frustrado com o “erro” de seu pai. José quer manter a ordem no mundo. Ele pensa que sua visão de mundo é a correta.

Muitos de nós, como pais, somos assim. Ficamos desapontados quando nossas expectativas não são atendidas. Cremos que nossos pais, mais velhos, já não enxergam espiritualmente. Cremos que os filhos devem estar no padrão. Sim, padrões são bons parâmetros, mas será que não projetamos nossa vontade como a vontade de Deus?

Como devemos lidar com a preocupação com o futuro de nossos filhos, netos, nossa igreja, nossa nação? Será que cremos, como Jacó demonstrou ao final de sua vida que a vontade de Deus prevalece geração após geração?

Como precisamos aprender isso. Nossos corações apertam pelo destino de filhos rebeldes com ou sem causa. Lembrem-se que Deus faz coisas de maneiras inesperadas, mas Deus faz todas as coisas da melhor forma possível e para produzir o maior bem possível. Uma das verdades mais constantes da Bíblia é que Ele cumprirá todas as suas promessas.

Jacó, ao cabo de sua vida, encontra forças para adorar o Deus que surpreende e abençoa quem ele quer. Precisando de apoio para se manter de pé, aquele homem adora a Deus. Ele adora o Deus que escolheu ele mesmo, um usurpador, para ser um canal de benção.

Como você quer terminar sua vida? Reconhecendo que Deus foi surpreendente ao te escolher? Com o coração grato pela graça imerecida? Reconhecendo a soberania dele sobre a sua vida e morte? Como você quer terminar? Crendo na sua esperteza para galgar a vida, ou na sabedoria de Deus para doar a vida? Você descansa no Deus que cumpre promessas?

3. Fé no Deus que cumpre suas promessas (22) José

22 Pela fé, José, próximo do seu fim, fez menção do êxodo dos filhos de Israel, bem como deu ordens a respeito de seus próprios ossos.

Apesar da faceta controladora de José no episódio da inversão da benção de seus filhos, José é um homem que sabia que Deus sopra vida onde todos julgam haver apenas morte. Deus reverte quadros aparentemente insolúveis. Foi assim na vida de José e ele sabia disso.

A relação de José com seus irmãos era péssima. Jacó, como fez seu avô Isaque, também tinha um filho preferido, um queridinho. Jacó favoreceu José, o filho primogênito da mulher amada, Raquel.

Este rapaz privilegiado pelo pai ainda fazia questão de contar seus sonhos proféticos, que apontavam que ele, de alguma forma, governaria sobre seus irmãos. Isso provocou ódio no coração daqueles jovens.

Quando José tinha aproximadamente 17 anos, seus irmãos cogitaram matá-lo, mas preferiram vende-lo como escravo para uma caravana a caminho do Egito. Lá, José chegou como escravo, enfrentou falsas acusações e foi preso. Apesar disso, se tornou o segundo homem mais poderoso do Egito, apenas submisso ao próprio Faraó.

A Bíblia afirma, repetidamente, que o Senhor era com José. Com o tempo, ficou claro que a trajetória de José serviu para preservar Israel. garantiu a sobrevivência de Israel durante a fome que durou por sete anos.

José manteve sua fé intacta, mesmo enquanto exercia uma posição de poder no Egito, ele não se tornou Egito. Em nossa vida diária, devemos nos perguntar: estamos permitindo que o amor pelo que temos aqui enfraqueça nossa fé? Temos uma esperança maior, um tesouro maior que nos encanta e nos motiva? Nosso amor e gratidão por Cristo são âncoras para nosso coração?

Passados 400 anos, os filhos de Israel se multiplicaram grandemente no Egito e se tornaram uma grande nação, exatamente como Deus havia revelado a Abrão em Gênesis 15, logo após Abrão ter resgatado Ló e sua família e ter encontrado com Melquisedeque. A aparente sentença de José no Egito era na verdade um plano para preservar o povo de Deus, por meio de quem recebemos o Messias.

José compreende e afirma isso em Gênesis 50:20:

20 Vocês, na verdade, planejaram o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como estão vendo agora, que se conserve a vida de muita gente.

A descendência de Jacó foi preservada no Egito por intermédio de José. Mas que esperança eles têm de retornar para sua terra depois da morte de José e da escravidão a que seriam submetidos?

A esperança daquelas pessoas estava no mesmo lugar. No Deus que havia cuidado deles diante de todas as ameaças. Gênesis termina com estas palavras: 50:22-26

22 José ficou morando no Egito, ele e a casa de seu pai. Viveu cento e dez anos. 23José viu os filhos de Efraim até a terceira geração; também os filhos de Maquir, filho de Manassés, os quais José tomou sobre os seus joelhos. 24José disse a seus irmãos: — Eu vou morrer em breve. Mas Deus certamente visitará vocês e fará com que saiam desta terra para ir à terra que jurou dar a Abraão, a Isaque e a Jacó. 25José pediu aos filhos de Israel que fizessem um juramento, dizendo: — Deus certamente visitará vocês. Quando isso acontecer, levem os meus ossos daqui. 26José morreu com a idade de cento e dez anos. Eles embalsamaram o seu corpo e o puseram num caixão, no Egito.

A atitude de José diante da morte nos oferece um exemplo poderoso de como devemos cultivar a esperança em meio ao luto. Mesmo sabendo que ia morrer em breve, José manteve sua confiança nas promessas de Deus, instruindo seus irmãos a levarem seus ossos de volta à Terra Prometida.

Ao enfrentarmos nossa morte, precisamos descansar na certeza de que a morte não é o fim, mas uma transição para a vida eterna com Deus. Ao enfrentar o luto, é a nossa fé em Cristo que consola e dá esperança, lembrando-nos que Ele afirmou que tem lugar para nós junto ao Pai.

José viveu seus últimos dias em poder, honra e riquezas na terra do Egito. Mas seu coração morava em Canaã, a terra que Deus havia prometido ao Seu povo. Seu coração estava ancorado nas promessas.

Por mais que você possa prosperar aqui, enfrentado e vencendo falsas acusações, prisão, perigo ou a própria morte — ou desfrutando das bênçãos providenciais de riqueza, poder e influência — nunca deixe que o que acontece aqui nas terras de exílio desvie seu coração do lar eterno prometido ao seu povo. Jamais perca de vista a promessa que Jesus fez de nos levar para junto do Pai e que lá há morada para nós.

Nosso descanso, depois de mortos, não está á sete palmos do chão. Essa é esperança do materialista, do existencialista. Ele espera não ter que prestar contas do seu orgulho contra o criador. Nosso retorno é para o Pai e para o Filho, que prometeu que voltará para nos buscar.

Assim como José, podemos ter nossos ossos sepultados em algum campo da boa esperança no nosso Egito, ter nosso corpo enterrado em terra estrangeira, mas Cristo não se esquecerá de nós. (1 Ts 4:16-18).

16 Porque o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; 17depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. 18Portanto, consolem uns aos outros com estas palavras.

Conclusão. "A morte, meus irmãos, ronda constantemente. Ela nos assusta porque é uma declaração poderosa da justiça de Deus contra o pecado e a rebeldia. Sentimos o peso dessa realidade e o desafio de olhar com fé para além dela. Mas aqui está a boa nova: a morte de Cristo é a morte da própria morte. Cristo não só venceu a morte, mas Ele garantiu nosso futuro eterno. Ele prometeu que virá nos buscar, e Sua vitória é nossa herança. Assim como herdamos a morte por meio de Adão, herdamos a vida eterna por meio de Cristo

Lembrem-se, depois da noite escura da vida, virá o Dia em que Deus brilhará como o Sol. Depois que formos cobertos pelas trevas da morte, virá o dia glorioso em que a morte será derrotada para sempre. Não haverá mais choro, nem lágrimas, nem luto — somente a alegria eterna na presença de nosso Senhor.

Nossa esperança está firmada em um Deus que ressuscita os mortos, que abençoa a quem Ele deseja e que, sendo fiel e verdadeiro, cumprirá cada uma de Suas promessas. Que essa certeza nos console e nos fortaleça, vivendo cada dia à luz dessa esperança viva em Cristo."

Perguntas para discussão

1. Quais são algumas das razões pelas quais é difícil olharmos além da morte?

  1. Por que é tão importante para nossa jornada de fé que olhemos além da morte, e qual é nossa razão sólida para fazer isso? 3. Como a fé de Isaque e Jacó ajuda você a continuar confiando em Deus para viver em santidade, mesmo quando Ele age de maneiras inesperadas ou indesejadas por nós?

  2. O que Deus fez na vida de José para construir sua fé de que Deus, com o tempo, levaria os filhos de Israel de volta à Terra Prometida?

  3. Por que você acha que José queria que eles carregassem seus ossos de volta para Canaã quando retornassem — apesar de ter sido tão bem-sucedido no Egito?