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Hebreus 11:23-29 - O Poder de Contemplar o Deus Invisível: A Fé de Moisés

30 de agosto de 202414 min de leitura

Hebreus 11:23-29 - O Poder de Contemplar o Deus Invisível: A Fé de Moisés

Sua vida é diferente por crer em Deus? Como ela seria diferente se você não acreditasse em Deus? Não pense em atividades religiosas como ir à igreja. Pense na sua vida cotidiana. Você vive do jeito que vive por causa de Deus? Ou sua vida é resultado de um fluxo constante de escolhas para proteger sua segurança e conforto?

Imagine se nós fizéssemos essas mesmas perguntas às pessoas da Hebreus 11. Será que o padrão que eles possuíam de uma vida que agrada a Deus seria diferente? Como Noé, Abraão, Sara, Isaque, Jacó e José responderiam? A fé em Deus motivou decisões drásticas nas vidas deles e eles olhavam para o futuro com grande expectativa.

Aplicar a Bíblia é enfatizar que o poder de Deus pela Palavra pode transformar vidas de forma individual e coletiva. Os grupos de discipulado servem para nos lembrar do poder de Deus para transformar. Precisamos ser lembrados e lembrar-nos uns aos outros dessa verdade.

No nosso texto, pessoas vivenciaram crises profundas. Elas foram pressionadas a pecar, tentadas por prazeres passageiros, tiveram dúvidas diante de perigos e foram desafiadas a confiar em Deus quando tudo estava em jogo. Elas enfrentaram o mesmo que enfrentamos: tentações, pressões, sofrimento, necessidade de orientação e de socorro.

Como enfrentamos crises? Como respondemos na hora de tomar decisões transformadoras? Quando a vida parece muito difícil de encarar, com alternativas perturbadoras, temos optado pelos caminhos mais cômodos, que acabam por destruir almas?

O Cap. 11 mostra como homens e mulheres enfrentaram crises pela fé. No último domingo, vimos como Isaque, Jacó e José enfrentaram a aproximação da morte. Hoje, olharemos para Moisés e entenderemos que enxergar Cristo como o maior tesouro nos permite passar por crises. Passar pelas crises com fé e em obediência glorifica Cristo e nos santifica.

Percebam que todas as crises têm origem comum: o Egito. A Bíblia usa o Egito como uma figura para representar valores, seduções, armadilhas e promessas do mundo. O Egito retrata o mundo que tenta nos moldar, envolver, seduzir. Para sair do Egito, precisamos da ajuda de Deus. Precisamos de ajuda para crer e para agir pela fé. Precisamos da ajuda de Deus para tirar o Egito de nós. O poder de contemplar Deus nos ajuda de várias formas. Esse poder tem uma sabedoria amorosa, uma ação santificadora e uma visão perseverante.

Agora, que consideramos a fé tem impactos na vida dirária, vamos olhar para os exemplos de fé na vida de Moisés e descobrir como uma vida pela fé agrada a Deus.

A fé nos ajuda a assumir riscos por amor. (v.23)

A fé dos pais de Moisés os capacitou a lidar com pressões injustas.

23 Pela fé, Moisés, depois de nascer, foi escondido por seus pais durante três meses, porque viram que era um menino bonito e não temeram o decreto do rei.

Pela fé, os pais de Moisés assumiram riscos. O texto diz que eles preservaram o bebê por o acharem bonito. É raro pais acharem seus filhos feios... É necessária muita isenção para dizer que o filho é feio. Nesse sentido, a beleza de Moisés aponta para algo mais.

O texto destaca que houve uma conexão entre os pais e aquela criança. Eles decidiram desobedecer ao Faraó por estarem unidos em amor àquela criança. Eles, apesar do perigo, decidiram poupar a vida de Moisés, assumindo o risco de também serem mortos.

No que eles creram e desejaram para agir assim? Primeiro eles creram que aquela criança era um presente de Deus. Compreender que filhos são herança de Deus moveu o coração daqueles pais. A graça comum que une filhos aos pais agiu no coração deles para preservar aquele que libertaria o povo de Deus.

Segundo, eles criam em Deus de tal forma que decidiram assumir o risco. Essa fé decorre da noção do governo divino soberano. Eles criam num mundo em que Deus era grande e Faraó era pequeno.

Mas essa fé que arrisca por amor, também é uma fé que age com sabedoria e prudência. A criança foi escondida. Aqui coragem e sabedoria se encontram. Esconder o bebê, que de outra forma teria sido morto, não é falta de fé, mas é fé com sabedoria.

Missionários podem escolher morar no interior da Selva, mas mesmo crendo, devem tomar vacinas contra a febre amarela. Os cristãos podem ajudar em hospitais, mas devem usar luvas, aventais e máscaras.

Há uma tensão entre confiar e esconder, mas não contradição. Crer em Deus significa que podemos arriscar tudo, mas que devemos tomar precauções num mundo caído e pecaminoso. Isso é sabedoria. É necessário evangelizar nas ruas, mas é prudente ir de dois em dois.

Às vezes enfrentamos perigos reais e em outras, imaginários. Alguns cristãos vivem diariamente sob o risco de morte. É o cotidiano. Apesar disso, eles são chamados a obedecer e a esperar em Deus.

Outros, numa sociedade sem perseguição, podem viver em constante perigo imaginário, que os consome também. Isso gera crises de ansiedade e até pânico. O risco é percebido da mesma forma, assim como o cuidado de Deus também precisa ser percebido da mesma forma.

Em meio aos perigos, reais ou imaginários, precisamos lutar para continuar a crer nas verdades sobre quem Deus é. Quando nossa visão de Deus é distorcida pela falta de fé, pelo medo real ou imaginário, então somos tentados à desobediência, à ansiedade e ao medo.

Ninguém consegue viver de forma superior ao padrão que atribui a Deus. Se Deus for pequeno, o mundo, os problemas, os riscos e as preocupações serão grandes. Se Deus é grande, essas coisas perdem a relevância de forma proporcional. Pela fé, os pais de Moisés enfrentaram o risco. Pela fé eles amaram e agiram com sabedoria num tempo de crise.

Assim como os pais de Moisés confiaram em Deus e tomaram uma decisão corajosa, somos desafiados a considerar como nossa fé nos motiva a agir com coragem e sabedoria em meio a desafios. Mas a fé não apenas nos impulsiona a assumir riscos; ela também tem o poder de transformar nossas escolhas e nosso caráter. Ela tem poder santificador.

A fé possui poder santificador (v.24-26)

24 Pela fé, Moisés, sendo homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, 25preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado. 26Ele entendeu que ser desprezado por causa de Cristo era uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a recompensa.

Esse texto é muito importante para nosso processo de tomada de decisões nesta vida. As crises (v.24)

O autor mostra um Moisés já adulto precisando tomar decisões. Ele tinha por volta de 40 anos. Neste estágio da vida ele era conhecido como o neto de faraó. Um quarentão com crise de identidade. Quem ele era? Um Egípcio privilegiado ou parte do povo de Deus?

A inércia e o comodismo pareciam indicar que ele devesse continuar na corte egípcia. Ele cresceu na realeza, frequentou as escolas do Egito, se vestia como um deles. Mas chegou um tempo de crise e ele precisou fazer uma escolha. (V.25).

25preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado.

A escolha de Moisés envolveu renunciar um palácio e ser reconhecido como um dos escravos. Ele renunciou aos prazeres e ao poder para ser perseguido e maltratado com aqueles que estavam à margem da sociedade egípcia. Você consegue imaginar a crise que ele enfrentou? Você consegue conectar isso com suas escolhas?

Moisés talvez tenha tentado, por um tempo, transformar seu Egito pessoal em algo compatível com sua fé, mais isso costuma não funcionar e provoca miséria existencial. Mesmo assim, podemos estar vivendo uma tentativa de conciliar dois mundos, tentamos cristianizar o Egito.

Nesse esforço, fingimos que não precisamos fazer escolhas, rotulamos prazeres passageiros como cristãos e, ao invés de rejeitar o Egito, tentamos satisfazer nossos corações e vidas com prazeres temporários, fascinantes na superfície e amargos no âmago.

Não minta para você mesmo. O pecado é, à princípio, prazeroso. Às vezes, os cristãos retratam o pecado como algo apenas abominável, mas as pessoas sabem que essa descrição é incompleta. O pecado oferece prazeres e satisfação temporários. Se ele fosse totalmente ruim, a Bíblia não descreveria a tentação como uma isca num anzol.

A renúncia desses prazeres provoca dor. A renúncia nos convida a abraçar algum sofrimento, a rejeição e até mesmo a ridicularização. Recusar o trono pode significar ter que fabricar tijolos, pode significar a perseguição estatal por não querer matar os próprios filhos.

Algumas pessoas estão presas num Egito pessoal. Elas simplesmente suprimem a voz da consciência. Jesus de forma amorosa questionou aquele jovem rico sobre o amor ao dinheiro. Ele não quis se apartar das riquezas que lhe davam significado temporário. Isso acontece com o dinheiro, mas também pode envolver relacionamentos, sexo, carreira, filhos ou a aparência física.

O que fundamentou a escolha de Moisés? Qual a motivação fundamental que deve impulsionar as nossas escolhas? qual a causa? O que direciona uma pessoa para esse tipo de escolha?

(v.26) 26Ele entendeu que ser desprezado por causa de Cristo era uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a recompensa.

O v. 26 indica que existia uma motivação essencial que determinou a renúncia que Moisés fez, uma espécie de contabilidade espiritual. Ele entendeu que ser desprezado por causa de Cristo era mais valioso do que possuir os tesouros do Egito. Moisés amou mais a Cristo do que os prazeres temporários do pecado que os tesouros do Egito proporcionavam. Este versículo é muito valioso para nossa reflexão.

A Palavra de Deus afirma que quem escolhe os prazeres transitórios do pecado, quem abraçou a riqueza, o poder, o pecado, o materialismo não entendeu o valor de Cristo.

Um cristianismo glamourizado, onde a simplicidade e o sacrifício são desvalorizados, não aponta para o valor de Cristo. Que escolhas difíceis temos feito para nos identificar com Jesus? O que amar Jesus, traz de incômodo para você?

Esse versículo aponta que pessoas que entenderam o valor de Cristo estão dispostas a serem humilhadas por amor a Ele. Elas preferem ser desprezadas com Cristo do que lutar para manter o conforto, o prazer e as riquezas. Entender o valor de Cristo é o que motiva pessoas a deixar o conforto ilusório dos palácios pessoais para abraçar uma jornada de peregrinos em busca do lar eterno.

A vida pastoral frequentemente tem que ajudar pessoas a lidar com as consequências da colheita que vem de escolhas que priorizam o Egito. Quando falhamos em confiar e de entender o valor de Cristo, nos expomos a muitas armadilhas tentadoras.

Temos sempre escolhas como essas diante de nós. Elas mostram o que de fato valorizamos. Que Deus nos ajude a enxergar a beleza de Cristo, que Ele nos atraia para Si. Que enxerguemos nEle a grande recompensa para nossas almas.

A escolha radical de Moisés nos leva a refletir: estamos dispostos a renunciar aos prazeres efêmeros em favor das riquezas eternas em Cristo? Mas Moisés não parou por aí; sua fé também lhe deu uma visão que o sustentou, mesmo nas circunstâncias mais difíceis."

A fé nos dá uma Visão Perseverante (v.27)

27 Pela fé, Moisés abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a ira do rei, pois permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível.

Esse texto parece contradizer o texto de Êxodo 2:14-15 que tem o seguinte teor:

14 O homem respondeu: — Quem pôs você por príncipe e juiz sobre nós? Está querendo me matar, como matou aquele egípcio? Moisés ficou com medo e pensou: “Com certeza já descobriram o que eu fiz.” 15Informado desse caso, Faraó quis matar Moisés; porém Moisés fugiu da presença de Faraó e foi morar na terra de Midiã.

O v. 14 fala que Moisés temeu o fato de que o assassinato do egípcio tinha se tornado público. No v.15, Faraó tenta matar Moisés e ele foge. O texto diz que Moisés deixou o Egito não por temer o Faraó, mas por ver o Deus invisível. Como lidar com a aparente contradição?

Esse é o momento em que Moisés decidiu se identificar com Israel e não com o Egito. Hebreus diz que Ele foge com fé, não com medo. Ele foge na expectativa do que Deus irá fazer com sua vida no futuro.

Algo aconteceu entre os v. 14 e o v. 15. O que aconteceu ali foi uma fé em ação baseada em Deus, não mais na sua força física ou capacidade de se criar disfarces. O Moisés que não espera o tempo de Deus mata um egípcio e o enterra na areia temendo as consequências. O Moisés que Deus iria preparar no deserto iria ser instrumento para testemunhar o agir de Deus para afogar todo o exército de Faraó no Mar Vermelho.

Moisés, em sua fuga, decidiu viver o desprezo e confiar em Deus. Ele decidiu suportar viver na pobreza, como pastor de ovelhas. Ele decide fugir da ira de Faraó e descansar na grandeza do Deus para cuidar dEle. Moisés começou a enxergar o invisível de Deus e se manteve de pé.

"Embora Moisés tenha enfrentado perigos reais e a ira de Faraó, sua fé em Deus lhe deu a coragem necessária para seguir em frente. Da mesma forma, somos chamados a manter nossos olhos fixos no invisível e confiar que Deus nos sustentará. Mas como a fé também nos protege? V(28)". Pela fé obtemos proteção que salva. (v.28)

Imagine o plantão do Jornal Nacional informando que enfrentaremos hoje a noite um vazamento de gás. Uma grande nuvem de fumaça tóxica iria cobrir nossa cidade de noite. Para sobreviver precisaríamos usar máscaras por uma noite. Foi algo semelhante que aconteceu no Egito na noite do início do Êxodo.

28 Pela fé, celebrou a Páscoa e o derramamento do sangue, para que o exterminador não tocasse nos primogênitos dos israelitas.

Requisito Sacrificial. Vestir máscaras quando há um alerta de vazamento de gás é uma crença lógica. É fácil entender como máscaras podem ser úteis na presença de um gás. Mas toda uma nação sacrificar cordeiros e aspergir sangue nos umbrais das portas é um ato de fé. É necessário crer em Deus para isso fazer sentido.

A proteção salvadora naquela noite veio para aqueles que creram nas advertências de Deus e agiram de acordo com a Sua Palavra. Eles foram beneficiados materialmente com o alimento que os prepararia para a viagem, mas também espiritualmente pela fé. Eles foram poupados pelo sangue do cordeiro.

**Razão do livramento:**Este versículo é cheio de alusões à cruz. Há sangue, a justiça divina, há primogênitos mortos. Há fé, há cordeiros e há sangue sendo aspergido. O que temos aqui é um povo protegido da ira de Deus pela fé.

Nós não celebramos mais a Páscoa judaica. A festa cristã é a celebração da Mesa do Senhor. É na obra redentora de Cristo, apropriada pela fé, que somos protegidos da ira justa de Deus contra o pecado. Embora devemos tremer, não precisamos temer. O unigênito do Pai, o primogênito da nova criação, morreu em nosso lugar.

Não é impressionante como a fé propõe respostas diferentes diante de decisões importantes e ameaças perigosas? Movida pelo amor e fé, pais escondem um bebê apesar das ameaças assassinas do Estado. Movidos pela fé, somos chamados a deixar palácios e morar no deserto. Em outros momentos, somos chamados a crer que nossa relação de graça e misericórdia de Deus se baseia na submissão ao sangue do Cordeiro.

Pessoas em dificuldade precisam lembrar disso: Não importa quais sejam os desafios e os perigos enfrentados, a fé sempre vai revelar o que você acredita e o que você deseja. Agimos motivados pelo que valorizamos e cremos.

Pela fé há uma vitória assegurada: (v.29)

. 29Pela fé, os israelitas atravessaram o mar Vermelho como por terra seca. Quando os egípcios tentaram fazer o mesmo, foram engolidos pelo mar.

Moisés é o condutor do povo aqui. Ele é movido pela fé. Ele busca o Senhor e recebe instruções. Ele estende o cajado e toca no mar. O poder de Deus é manifesto e eles atravessam o mar como terra seca.

Você consegue imaginar a pressão daquele momento? Mar à frente e um exército no encalço. O que fazer? Às vezes Deus nos coloca em situações que Ele, de forma bem clara, é a única saída. A resposta é confiar e obedecer. Esse caminho envolve reconhecer Deus no processo. Entrar no mar sem reconhecer Deus é convidar o desastre.

O exército egípcio foi pelo caminho que Deus abriu em arrogância pecaminosa. Eles foram engolidos pelo mar sob a poderosa ira de Deus. Quem se aventura nesta vida sem uma relação com Deus irá enfrentar o julgamento divino. Pela fé podemos ver a descrição do julgamento futuro. A condenação é certa e justa.

Aos que creem em Deus, atravessar os mares da vida é como voltar para casa de uma forma surpreendente. Nosso chamado é para enfrentar a vida tendo Cristo como nosso maior tesouro.

Precisamos escolher o amor que aceita riscos e age com prudência e sabedoria num mundo caído. Precisamos escolher ser humilhados, ao invés de optar por prazeres passageiros, por entender o valor de Cristo. Precisamos viver com olhos fitos no invisível aguardando a recompensa prometida.

Nossa vida pela fé se dá no ambiente da graça que confia na provisão da cruz para suprir a necessidade do pecado e da santificação. Nosso desafio é o de escolher obedecer ao Senhor sabendo que o livramento vem de suas mãos.

As escolhas que fizemos na semana passada revelam o quanto confiamos em Cristo e o entesouramos. Como será a nossa próxima semana?

23 Pela fé, Moisés, depois de nascer, foi escondido por seus pais durante três meses, porque viram que era um menino bonito e não temeram o decreto do rei. 24Pela fé, Moisés, sendo homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, 25preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado. 26Ele entendeu que ser desprezado por causa de Cristo era uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a recompensa. 27Pela fé, Moisés abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a ira do rei, pois permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível. 28Pela fé, celebrou a Páscoa e o derramamento do sangue, para que o exterminador não tocasse nos primogênitos dos israelitas. 29Pela fé, os israelitas atravessaram o mar Vermelho como por terra seca. Quando os egípcios tentaram fazer o mesmo, foram engolidos pelo mar.