Hebreus 4:1-7 - O Convite para Entrar no Descanso de Deus
14 de abril de 2024 • 15 min de leitura

I. Descanse pela Fé (4:1–2)
II. Descanse com urgência (4:3-10)
III. Descanse pela Palavra (4:11–13)
Cada geração cristã enfrenta suas próprias crises teológicas, por essa razão, cada um em sua própria época deve lutar para manter a pureza teológica do evangelho. Entender errado o evangelho resulta em morte espiritual. Já que o evangelho é o único meio pelo qual pecadores podem ser salvos. Por isso, ele deve ser preservado e protegido a todo custo, pelos crentes de todas as gerações.
O livro de Hebreus defende firmemente o evangelho para pessoas que enfrentavam uma crise teológica. Como vimos antes, o autor quer ajudar pessoas a combater erros sobre a obra de Cristo ensinando-as a lerem o Antigo Testamento como cristãos.
O Autor já provou aos seus leitores que Jesus é maior que os anjos e que ele é superior a Moisés. Agora ele se volta para o tema do descanso para demonstrar que Cristo é o único fundamento para o verdadeiro descanso espiritual.
Descanso na Bíblia é muito mais do que do que tirar uma soneca ou sair de férias. Como já vimos em Hebreus 3, “descanso” na Bíblia é um conceito teológico. O descanso em Hebreus 3 era entrar na terra de Canaã, para por fim à peregrinação. O autor aos Hebreus continua na mesma ideia aqui em Hebreus 4.
Descanse pela fé. Hebreus 4:1–2
Em Hebreus 3, vimos que, pela incredulidade, muitos tombaram no deserto e não entraram no descanso prometido. Mas descanso na Bíblia era muito mais do que ter um território. A posse da terra era apenas uma confirmação da promessa de Deus a Abraão que envolve a restauração de todas as coisas. Entrar na Terra Prometida significava muito mais do que ter um pedaço de chão. Significava participar do plano de salvação, habitar no lugar que Deus fixou para ser sua morada.
1 Portanto, visto que nos foi deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, tenhamos cuidado para não parecer que algum de vocês deixou de alcançá-la. 2Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, exatamente como aconteceu com eles. Mas a palavra que eles ouviram não lhes trouxe proveito, porque não foram unidos por meio da fé com aqueles que a ouviram.
Durante a maior parte do Antigo Testamento, nós vemos Israel em desobediência e fora do descanso de Deus. Eles foram aqueles que, no final do v.1 “deixaram de alcançar” ou na RA alguns dos que falharam.
De um modo geral, aquelas pessoas tinham apenas uma circuncisão física, não espiritual, e, portanto, não responderam à graça de Deus com fé. Embora a nova geração tenha pisado fisicamente na terra de Canaã, eles não alcançaram o verdadeiro descanso espiritual representado pela aquela terra.
O autor lembra que os da antiga aliança não conseguiram entrar no descanso de Deus, mas isso deve servir para nos alertar. Ele começa o capítulo usando a expressão portanto. Sim, o fracasso dos israelitas serve como um lembrete de que os leitores também precisavam continuar na fé para não ficarem de fora do descanso de Deus.
A mesma ideia está presente no v. 2, mas com mais força. As “boas novas” foram pregadas aos antigos israelitas, mas também foram pregadas aos destinatários daquela carta. Os israelitas não responderam com fé às boas novas.
Aqui temos pontos importantes: Primeiro, apenas ouvir a mensagem do evangelho não é suficiente para a salvação. O próprio Jesus, em Mt 13:14-15, advertiu os discípulos que há pessoas que ouviriam a mensagem do evangelho, mas não creriam nela:
14 Assim, neles se cumpre a profecia de Isaías: “Ouvindo, vocês ouvirão e de modo nenhum entenderão; vendo, vocês verão e de modo nenhum perceberão. 15 Porque o coração deste povo está endurecido; ouviram com os ouvidos tapados e fecharam os olhos; para não acontecer que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados.”
2 – O texto lembra que a resposta apropriada ao evangelho é a fé. Israel ouviu as promessas e advertências de Deus, mas não respondeu com fé. Como resultado, eles morreram no deserto. A incredulidade mata.
3 – O texto lembra que fé é muito mais do que concordar intelectualmente como o evangelho. Os israelitas entenderam as promessas que Deus os havia dado, mas não descansaram nessas promessas. Eles desconsideraram a palavra de Deus e agiram desobedientemente porque não acreditaram na palavra de Deus.
4 - Finalmente, os primeiros versículos apontam que a mensagem da salvação não é diferente da mensagem do AT. Falsos mestres dizem que o que salvava no AT era a obediência e as boas obras e que no NT a salvação veio pela obra de Jesus. Este texto, porém, demonstra que as mesmas “boas novas” pregadas na nova aliança também foram pregadas na antiga aliança.
Sim, Jesus Cristo revelou perfeitamente o Pai. Nós temos uma imagem mais completa e maior compreensão de como Deus salva. No entanto, as pessoas do AT também foram salvas pela fé nas promessas de Deus, tal como nós somos salvos. Paulo ensina isso claramente em Rm 4 demonstrando que Abraão foi justificado pela fé e não por obras.
Nossa fé, então é o que abre o acesso ao descanso. Lutero se dizia ocupado demais para deixar de orar. Como podemos demonstrar no dia a dia que estamos descansando em Deus? Que tal começar seu dia lendo a Bíblia para seus filhos no carro, mesmo que eles não queiram ouvir? Descansando que o Senhor que opera na sua rebelião é o mesmo que pode operar na rebelião deles?
Será que conseguimos descansar no Senhor em relação ao destino daqueles que morreram antes de nós? Descansamos que Deus é justo juiz e bondoso? Que seus veredictos são perfeitos?
Se Deus prometeu um descanso eterno para nós, como nossa vida diária reflete essa crença? Estamos verdadeiramente vivendo como quem já recebeu a promessa do descanso eterno?
Agora que entendemos como o descanso é uma promessa que requer nossa fé e não nossas obras, vamos considerar a urgência com que devemos buscá-lo, especialmente em nossos tempos desafiadores.
Descanse com Urgência Hebreus 4:3-10
Imagine que você tem apenas um dia para aceitar um convite que mudará sua vida para sempre. Não seria essa uma decisão urgente? Da mesma forma, nossa resposta à oferta de descanso em Deus requer ações imediatas.
3 Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus disse: “Assim, jurei na minha ira: ‘Não entrarão no meu descanso.’” Ele disse isso, mesmo que as obras já estivessem concluídas desde a fundação do mundo.
No versículo 3 o autor mais uma vez cita o Salmo 95:11, texto no qual ele baseia seu argumento já visto em Hb 3:7 “Eles não entrarão no meu descanso”. Há uma condenação severa da geração do deserto que desconfiou das promessas de Deus e não pode entrar no descanso sabático. Embora o Salmo 95:11 condene a geração do deserto pela sua infidelidade, o autor de Hebreus utiliza-o para confirmar o tema do texto desta noite: Os que creem entram no descanso de Deus.
Vejam que o final do v. 3 afirma que o descanso estava disponível para todas as gerações, até para a geração do deserto, porque o descanso de Deus começou na criação do mundo, noção que segue no v. 4, falando sobre o sétimo dia.
4 Porque, em certo lugar, assim disse a respeito do sétimo dia: “No sétimo dia, Deus descansou de todas as obras que tinha feito.”
Desde o primeiro shabat, o primeiro sábado ou dia de descanso, Deus nos dá a oportunidade de descansar nele. Sempre podemos descansar em Deus.
5 E, novamente, no mesmo lugar: “Não entrarão no meu descanso.”
O v. 5 repete o Salmo 95:11. Há uma urgência aqui. Sempre que o autor bíblico repete ideias e textos é provável que existam corações duros e propensos ao pecado. Quando pessoas que nos amam e insistem em nos alertar, não é porque elas são chatas. É porque nós provavelmente estamos errados e cegos. Simples assim.
O autor está preocupado. Só uma coisa pode dar paz a alma humana – o “descanso” de Deus. E a única maneira de acessarmos tal descanso é pela fé em Cristo, que assegura descanso pela sua morte e ressurreição. Se vc rejeita o evangelho, você morre no deserto. Mas se você confiar nas promessas e no Deus que promete, você entrará no descanso. Somos pecadores teimosos que precisam ouvir isso sempre.
6 Visto, portanto, que resta entrarem alguns naquele descanso e que, por causa da desobediência, não entraram aqueles aos quais anteriormente foram anunciadas as boas-novas, 7de novo, determina certo dia, “hoje”, falando por Davi, muito tempo depois, segundo antes tinha sido declarado: “Hoje, se ouvirem a sua voz, não endureçam o coração.”
Nos versículos 6 e 7 o autor aplica as ideias anteriores de forma brilhante ligando-as com a expressão “visto, portanto”. O v. 7 confirma que Davi é o autor do Salmo 95 e a realidade histórica da peregrinação no deserto.
Assim como Davi usou o exemplo em sua melodia, o autor aplica o que aconteceu no deserto para o coração dos seus leitores. O Salmo 95 condena a desobediência da geração do deserto e convida os ouvintes daquela música a crer nas promessas da fé. É o que o autor de Hebreus faz aqui. Assim como Davi queria que os ouvintes do Salmo respondessem com fidelidade “hoje”, o autor aos Hebreus também quer seus leitores respondam “hoje” com fidelidade.
O Hoje de Davi e o do autor aos Hebreus são igualmente válidos e urgentes agora. Deus determinou o dia de hoje como o dia certo para responder ao chamado da fé e para não endurecermos nossos corações. Não dá para contar com o amanhã. O hoje pode ser o último dia. Enquanto você tem o hoje, você tem um convite a fé.
8 Ora, se Josué lhes tivesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia. 9Portanto, resta um repouso sabático para o povo de Deus.
O nome de Josué aparece no v.8. Essa aparição faz sentido se pensarmos no que diz o Sl. 95 e a lógica até aqui. O Salmo 95 canta sobre a rebelião de Israel contra Deus e contra Moisés no deserto – uma rebelião que os impediu de entrar na terra prometida.
Mas quem conduziu o povo na conquista da Terra Prometida foi Josué e não Moisés. Quem conduziu a conquista de Canaã foi Josué. O autor já demonstrou que Cristo é superior aos anjos e a Moisés. Agora ele afirma que Cristo é superior a Josué.
O autor está dizendo que embora Josué tenha conduzido o povo de Israel a Canaã, ele não o conduziu ao “descanso” de Deus. Mesmo na terra prometida o povo continuou em rebeldia. Quando eles cruzaram o Jordão, eles não entraram no descanso, eles só mudaram de lugar. É por isso que o Salmo 95, escrito muito depois da conquista de Canaã, ainda faz referência a um descanso futuro, um descanso sabático.
Como entramos neste descanso sabático? Toda a carta de Hebreus nos diz: crendo em Jesus Cristo, o Senhor do descanso, do sábado. Josué conduziu Israel para a terra, mas Jesus conduziu o seu povo para o verdadeiro descanso de Deus. O versículo 10 elabora isso.
10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus descansou das suas.
Entrar no descanso é descansar das obras. Entramos no descanso de Deus quando confiamos em Cristo. Não precisamos mais “provar” nossa justiça diante de Deus. Em vez disso, “descansamos” desse trabalho porque Cristo já provou essa justiça em nosso favor.
Hebreus 4:10 captura bem a mensagem do evangelho. O evangelho não é moralidade, não é legalismo. O evangelho não é algo apenas externo. Não são sete passos para uma vida próspera. O evangelho é a mensagem da obra feita por Cristo em nosso lugar, para que possamos “descansar” das nossas obras, confiando no que Ele fez. Quando confiamos na obra de Cristo, descansamos do fracasso que sentimos de confiar em nós mesmos e falharmos.
Assim como um navegador precisa de um mapa confiável para encontrar o caminho em uma jornada urgente, nós precisamos de um guia fiel em nossa jornada espiritual urgente em direção ao descanso de Deus. Esse guia é a Palavra de Deus, viva e eficaz. Ela não só nos direciona, mas também molda nosso ser para que possamos realmente entrar no descanso que Ele preparou.
Descanse pela Palavra Hebreus 4:11–13
11 Portanto, esforcemo-nos por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo aquele exemplo de desobediência. 12Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração. 13E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e expostas aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.
O versículo 11 introduz a consequência do que já vimos. A luz do que foi dito, “portanto, esforcemo-nos para entrar naquele descanso”. A ênfase está no encorajamento para que lutemos para descansar em Deus, evitando que a ameaça da queda pelo pecado se concretize em nós, como foi com aquela geração.
Não devemos ser como os israelitas no deserto. Devemos nos esforçar para entrar no descanso de Deus. Em outras palavras, devemos lutar de forma permanente contra nosso instinto de provar que somos bons, nossos instintos que dizem que devemos lutar para nos justificar sem precisar de Cristo.
Uma das nossas principais responsabilidades como família de fé é exortar uns aos outros à fidelidade. Fazemos isso juntos todos os domingos de forma coletiva ao cantarmos, nos abraçarmos, orarmos e para ouvirmos juntos a pregação da Palavra de Deus. Isto é o que fazemos quando cantamos juntos. Nossos encontros de adoração servem para encorajar uns aos outros ao esforço de permanecer confiando e satisfeitos em Cristo, permanecer neste descanso.
O autor também sublinha o papel da Palavra de Deus na nossa perseverança nos versículos 12 e 13.
12 Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração. 13E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e expostas aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.
A designação “palavra de Deus”, no. v.12, pede esclarecimento. Palavra de Deus é a totalidade da revelação – escrita e encarnada. Lamentavelmente, alguns querem separar a Bíblia de Jesus. “Não preciso de teologia ou da Bíblia, só quero Jesus”. Esta é um erro fatal.
Cristo não pode ser dissociado das Escrituras. Só sabemos que Jesus é o Filho de Deus e o que Ele fez por nós pelas Escrituras. Precisamos do testemunho contido nas Escrituras para conhecer Jesus. Jesus e as Escrituras são inseparáveis.
O v. 12 traz características da Palavra de Deus. Primeiro, ela é “viva e eficaz”. Isso destaca a vitalidade permanente da Bíblia. Deus é o autor das Escrituras, então ela é um livro vivo. Assim como Deus vive, as Escrituras vivem.
Além disso, como vemos nas Escrituras, quando Deus fala, Deus age. Isto é o que significa ser eficaz. Por exemplo, quando Deus falou, céus e a terra vieram a existir. A Bíblia, por ser a Palavra de Deus, é viva e dá vida. A Bíblia não é um monte de palavras mortas e sem vida. É a Palavra viva de Deus. Realiza tudo o que Deus quer. Como o Senhor diz através do profeta Isaías em Is. 55:11
11assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.”
Em segundo lugar, o autor descreve as Escrituras como “mais cortante do que qualquer espada de dois gumes”. Como uma espada, a Escritura “penetra até dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração.”
A descrição da Bíblia como uma espada cortante indica que ela tem um poder invasivo. Quando somos humildes e abandonamos nossa interpretação baseada na suspeita, é a Escritura que nos lê, não o contrário. As Escrituras desembaçam os olhos do coração e expõem o pecado como nenhum outro livro jamais pode fazer. Nenhum outro livro pode discernir pensamentos e intenções dos corações. Somente a Palavra de Deus pode fazer isso.
As Escrituras são como um bisturi espiritual manejado por Deus. Usando a Palavra, o Espírito Santo, rasga o pecado e as trevas do coração humano para retirar o pus da podridão e restaurar a saúde espiritual e a vitalidade de Cristo. Sem o agir da Palavra, morremos. Ela é poderosa para arrancar os tumores de nossa alma e gerar vida onde havia morte.
O versículo 13 muda da Palavra de Deus para o próprio Deus, revelando a ligação absoluta entre Deus e a Bíblia. Assim como a Palavra de Deus revela graciosamente Deus ao homem, ela também torna o homem responsável perante Deus como Juiz.
13 E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e expostas aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.
Quando Deus se revela a nós, por nossa vez percebemos que estamos “descobertos e expostos aos olhos daquele quem temos de prestar contas”. As Escrituras nos possibilitam ver quem somos e nós permitem ver o caráter de Deus. Calvino disse:
“É certo que o homem nunca alcança um conhecimento claro de si mesmo, a menos que primeiro tenha olhado para a face de Deus e depois desça da contemplação para examinar a si mesmo” (Institutas, I.I.2).
Deus nos deu o presente da Bíblia para que não sigamos a desobediência de Israel. A Bíblia é nosso guia para confiar em Deus e encontrar satisfação nele. Além disso, Deus nos revelou a verdade sobre Cristo na Sua Palavra. É por isso que devemos ser amar a Palavra de Deus e tê-la no centro do ensino. As Escrituras nos levam à semelhança de Cristo. Se quisermos nos tornar como a Palavra encarnada, devemos estudar a Palavra escrita.
Que crises teológicas a igreja evangélica enfrenta hoje? Como elas ameaçam a pureza da proclamação do evangelho? De que forma podemos defender e definir melhor o evangelho à luz destas questões?
Muitos israelitas incrédulos entraram na terra física de Canaã, mas ainda assim não conseguiram entrar no descanso de Deus. O que isso nos diz sobre o coração desses israelitas? O que isso sugere sobre a importância do coração em relação à salvação?
Como a narrativa da criação e o sábado de Deus servem ao argumento desta passagem?
Por que é tão difícil descansarmos de nossa tentativa de merecer nossa própria justiça? Por que o descanso é uma luta tão constante para os cristãos? Como nossa união com Cristo e sua justiça nos ajuda nesse assunto?
Como as Escrituras nos ajudam a nos esforçar para entrar no descanso de Deus? Como os atributos das Escrituras descritos nesta passagem fortalecem sua perseverança?
Como você responderia a alguém que dissesse: “Não preciso de teologia ou da Bíblia; Eu só preciso de Jesus”? Como você poderia usar essa passagem para apoiar seu argumento?
Por que Jesus é superior a Josué no contexto desta passagem?
Quais foram as “boas novas” pregadas sob a antiga aliança? Por que foi a mesma mensagem que ouvimos pregada sob a nova aliança? O que significa ter fé? Batiza-las