Pular para o conteúdo principal

Hebreus 5:11-14 - Alimento Sólido e Maturidade Espiritual

04 de maio de 202414 min de leitura

Hebreus 5:11-14 - Alimento Sólido e Maturidade Espiritual

11 A esse respeito temos muitas coisas a dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês ficaram com preguiça de ouvir. 12Pois, quando já deviam ser mestres, levando em conta o tempo decorrido, vocês têm, novamente, necessidade de alguém que lhes ensine quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus. Passaram a ter necessidade de leite e não de alimento sólido. 13Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. 14Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.

I. O Diagnóstico: Audição embotada (5:11)

II. O Sintoma: Compreensão Infantil (5:12–13)

A. Uma falha em conhecer e crescer

B. Voltando ao básico

C. Leite e imaturidade moral

D. A palavra da justiça

III. O Remédio: Poder de Discernimento (5:14)

4. Nossa responsabilidade

Talvez uma das vergonhas da infância seja a dos hábitos secretos da chupeta ou da mamadeira... Para os de fora, uma garotona de 8 anos já é uma às da corrida e poderia recitar poemas ou a tabuada. Para os de casa, ela se apresenta como a bebezinha que espera a mamadeira com nescau para dormir. Essa situação estranha, faz com que os pais ou irmãos digam algo como: chega de chupeta, fulana, você já é uma mocinha. Cicrano, quer leitinho, faça sozinho.

Da mesma forma, o autor de Hebreus parece preocupado com demonstrações de imaturidade e como um pai amoroso ele repreende e exorta os leitores que se mantinham ignorantes e imaturos na fé. Eles ainda precisavam de leite quando já deveriam estar comendo churrasco.

Eles eram como estudantes preguiçosos, fisicamente presentes na sala de aula, mas distraídos com pensamentos sobre lazer, redes sociais ou preocupações pessoais. Estes estudantes preguiçosos ficam de recuperação por perderem a construção dos fundamentos.

Com essa preocupação, o autor aqui incentiva os leitores a abandonarem a infantilidade espiritual e a caminharem para a maturidade espiritual pelo desenvolvendo de um apetite pelo alimento sólido da Palavra de Deus.

Tal como o pai que diz que já é hora de largar a mamadeira, o peito ou a chupeta, o autor está dizendo para o povo de Deus: “É hora de crescer”. A maturidade é necessária. Portanto, necessitamos melhor a nossa escuta, como ouvimos e interagimos com a Palavra de Deus. Vamos explorar o problema da audição presente no v. 11 e como essa questão é crítica para atingirmos a maturidade espiritual.

O diagnóstico: audição monótona HEBREUS 5:11

11 A esse respeito temos muitas coisas a dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês ficaram com preguiça de ouvir.

A frase “a esse respeito” refere-se ao que ouvimos desde o domingo retrasado sobre as diferenças do sacerdócio de Cristo e o de Arão. No trecho entre 4:14 e 5:10, o autor ensina que o sumo sacerdócio de Cristo é infinitamente superior ao da antiga aliança, uma vez que Jesus é Cristo é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. O escritor vai retomar este assunto, mas faz uma pausa aqui para exortar e repreender a estupidez espiritual e imaturidade na fé.

Por que o autor para sua explicação sobre o sacerdócio? Será que o motivo era a dificuldade do tema? O autor afirma que o assunto era difícil de explicar por ser complexo? Não. O tema era difícil de explicar por que as pessoas estavam “com preguiça de ouvir.”

Eles eram como aqueles estudantes desinteressados. Seus ouvidos, mentes e corações estavam indispostos para entender o conceito. Quem se interessava por entender os conceitos estavam amadurecendo, mas quem mantinha os ouvidos fechados regredia e sabotava o próprio desenvolvimento.

Conceitos espirituais complexos, como o do sacerdócio de Cristo, se tornam difíceis de compreender para os imaturos que têm preguiça de ouvir. Quem caminha para a maturidade cristã tem curiosidade e se entrega para compreender e digerir conceitos que apenas no início parecem mais complexos.

O povo de Deus tem a responsabilidade moral de conhecer e compreender a Palavra de Deus. Mas muitas vezes nós agimos como se nossa ignorância bíblica fosse resultado de Deus nos negar uma revelação ou conhecimento. Ignorar ou desprezar a Palavra de Deus é um problema moral, não intelectual. Quando optamos por fechar nossos ouvidos para a Palavra de Deus por qualquer motivo, pecamos contra o Senhor.

Na carta, aquela igreja estava patinando na fé por negligência. Eles cultivavam a própria imaturidade espiritual. O sacerdócio de Cristo se tornou difícil de entender por que os corações estavam indiferentes às Escrituras e isso se manifestava em ouvidos preguiçosos. Assim, o autor precisou interromper a explicação para repreender o povo a fim de tirá-lo do marasmo espiritual.

Esse problema dos ouvidos preguiçosos cria uma barreira para o crescimento espiritual. Como isso se manifesta? Isso se manifesta numa imaturidade da compreensão.

O sintoma: compreensão infantil: HEBREUS 5:12–13

12 Pois, quando já deviam ser mestres, levando em conta o tempo decorrido, vocês têm, novamente, necessidade de alguém que lhes ensine quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus. Passaram a ter necessidade de leite e não de alimento sólido.

No v. 12, o autor aponta com mais precisão a origem da imaturidade espiritual dos leitores. Eles não apenas não conseguiam compreender o conceito mais complexo do sacerdócio de Cristo, mas eles também se esqueceram das coisas fundamentais da fé, dos princípios elementares! Eles já deviam ser mestres, mas precisavam que alguém lhes reensinassem as doutrinas elementares da fé cristã.

A - Havia uma falha no processo de conhecer e de crescer.

O termo “mestre” se refere à responsabilidade que temos de nos tornar crentes capazes de ensinar outros crentes, crentes discipuladores. A Bíblia não espera que todos sejam mestres, no sentido de serem presbíteros. Contudo, todos devemos ser “mestres” no sentido de estarmos aptos para ensinar os fundamentos da fé para os novos crentes. Uma igreja se constitui num grupo de discípulos maduros que se dispõem para discipular crentes mais novos para que cheguem à maturidade.

Os ouvintes já deveriam estar ensinando os outros, mas eles estavam patinando na fé, falhando espiritualmente e necessitados de que outros lhes ensinassem novamente os fundamentos da fé.

A palavra novamente é crítica aqui porque indica que a congregação falhou em absorver o ensino que já haviam recebido. Eles não precisam ser ensinados pela primeira vez. Eles já haviam aprendido sobre os “os princípios elementares dos oráculos de Deus”. A palavra novamente indica que a congregação havia esquecido daquilo que já deveria saber de cor.

O lamento aqui é não que eles precisassem de uma revisão. Todos nós precisamos ser lembrados dos fundamentos da fé. Jesus instituiu a Ceia do Senhor também para nos lembrar das coisas básicas. Mas eles não precisavam apenas de uma mera revisão. Eles precisavam reaprender.

A palavra semeada em nós deve germinar, para isso temos que ter ouvidos e corações abertos para acolher o ensinamento. Essa aprendizagem precisa ser real ao ponto de que possamos ensinar os outros. Precisamos nos tornar discípulos que fazem discípulos.

Temos a responsabilidade intelectual e espiritual de lutar pelo nosso crescimento espiritual. Devemos desenvolver um apetite pela graça, pelo conhecimento e pela compreensão. Quanto mais sabemos, mais devemos desejar aprender.

Não fazemos isso apenas por nós, mais também para ensinar aqueles que são menos maduros. Nosso crescimento espiritual tem dimensões internas e externas. Crescemos na fé para o nosso próprio bem e para o bem dos outros.

b. Voltando ao básico.

O texto também aborda outro fato importante da vida cristã. Certos princípios fundamentais e doutrinas são pré-requisitos para a compreensão de verdades mais complexas. Antes de podermos entrar na faculdade, você precisa concluir o nível médio. Antes do médio, o fundamental. Assim, devemos compreender verdades básicas antes de podermos avançar.

O autor vai tratar dos princípios básicos no início do cap. 6, ou seja, domingo que vem veremos sobre isso. Por enquanto, entendam como princípios básicos as verdades básicas da fé cristã que são reveladas por Deus sobre Ele mesmo e sobre seus atos de redenção.

Por não assimilar e viver o básico, eles colhem como resultado uma letargia espiritual e permanecem como crianças na fé. Seus sistemas digestivos só conseguem lidar com leite espiritual, não com alimentos sólidos.

c. Leite e Imaturidade Moral.

13 Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. .

O escritor aqui fala de forma paternal. Ele está preocupado com um desenvolvimento atrasado naquela família. Aquelas pessoas já deveriam estar comendo rabada, mocotó, feijoada, churrasco, alimentos sólidos na fé, mas ainda estavam na mamadeira de toddy da infantilidade espiritual.

Não há nada de errado em dar leite a uma criança. É natural que um recém-nascido viva com uma dieta à base de leite. Na verdade, apesar de todo o nosso avanço científico e tecnológico, nunca fomos capazes de desenvolver algo melhor que o leite materno para um bebê.

É inútil colocar um bife na frente de um bebê como a Julinha que acabou de nascer. Ela simplesmente não está preparada para isso. Mas há um problema, talvez na mãe, que oferece apenas leite para uma criança que já consegue rasgar e engolir uma picanha.

Todos conseguimos entender isso, até quem é vegano. A imagem verbal do texto é muto poderosa. Eles já podiam estar comendo picanha maturada com gordura escorrendo e melando a mão, mas estavam tomando leite desnatado... Paulo usa essa mesma metáfora em 1 Cor: 3:1–2:

1 Eu, porém, irmãos, não pude falar a vocês como a pessoas espirituais, e sim como a pessoas carnais, como a crianças em Cristo. 2Eu lhes dei leite para beber; não pude alimentá-los com comida sólida, porque vocês ainda não podiam suportar. Nem ainda agora podem, porque vocês ainda são carnais.

A semelhança é clara com o texto de Hebreus. Assim como Paulo contrasta pessoas espirituais e carnais, o autor de Hebreus contrasta pessoas que poderiam ser mestres com pessoas que são inexperientes na palavra da justiça.

Quando colocamos estes dois textos um ao lado do outro, aprendemos que a imaturidade espiritual leva à imaturidade moral. A imaturidade espiritual leva a crentes a viverem de acordo com a carne e não com o espírito. Viver voluntariamente assim, como uma criança espiritual, faz dos cristãos pessoas carnais e inexperientes na palavra da justiça.

**c) A Palavra da Justiça:**a palavra da justiça aqui significa essencialmente a “a mensagem que leva à salvação”. Embora exista um elemento moral nesta palavra sobre a justiça, o contexto aponta para o evangelho e para o propósito salvífico de Deus.

Os crentes infantis são inexperientes no evangelho por lhes faltar a capacidade de recorrer às Escrituras e de enxergar como o plano de salvação culmina na obra sacerdotal de Cristo. Em razão disso, lhes falta maturidade para viver de maneira digna para o evangelho. Não podemos ser ignorantes a respeito do evangelho, nem sobre as Escrituras. Somos chamados a sermos hábeis na palavra da justiça e a caminhar nos caminhos em que fomos instruídos.

Se o autor estivesse apenas dando um diagnóstico, então os cristãos espiritualmente imaturos teriam pouca esperança para melhor. Mas ele afirma que é responsabilidade do crente tornar-se maduro. Ele exorta seus leitores a abandonarem o leitinho com toddy da infância espiritual e a se aproximarem de Deus, banqueteando-se com o alimento sólido da maturidade espiritual.

Esta responsabilidade moral é uma boa notícia porque sinaliza que é certamente possível que amadureçamos espiritualmente. Não podemos persistir numa dieta de leite quando Deus nos oferece alimento sólido.

Reconhecer esses sintomas é crucial para que busquemos as soluções. Qual é o remédio para essa imaturidade espiritual que nos mantém presos ao leite, quando deveríamos estar consumindo alimento sólido? Precisamos de discernimento para distinguir o bem do mal"

O remédio: poder de discernimento Hb. 5:14.

Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.

Chegamos agora ao contraste entre crentes maduros e imaturos.

Como vimos em 1 Coríntios 3 e aqui, o objetivo é ser apto a comer alimento sólido – comida que demanda mastigação e digestão. Somente estudando de forma fiel e diligente as Escrituras e colocando em prática podemos obter discernimento espiritual. Pessoas maduras discernem o bem do mal. Os imaturos são fracos e inexperientes.

Ter discernimento espiritual é fundamental para nossas vidas. Esse discernimento vai além das capacidades intelectuais. Pense nisso. Muitas das nossas decisões diárias são tomadas com base num discernimento intuitivo. O discernimento espiritual é como uma grade de bueiro que nos ajuda a fazer julgamentos morais e teológicos instantâneos sobre as nossas circunstâncias.

Com essa grade espiritual, com esse discernimento, decidimos rapidamente sobre o que vamos ou não engolir como verdade, o que vai entrar no bueiro das nossas cabeças e corações.

Imagine se a cada cirurgia o Giovanni e o Armando tivessem que parar para consultar um manual de anatomia para lembrar onde podem cortar. Que isso se repetisse a cada cirurgia? Quem iria querer ser operados por eles? Precisamos de cirurgiões que aprenderam e que possam utilizar dessa capacidade intuitiva que foi desenvolvida ao longo dos anos de prática. Esta necessidade de discernimento aplica-se não apenas aos cirurgiões, mas também aos cristãos. O discernimento é uma ordem superior de pensamentos que só pode ser adquirida pelo treinamento e pela experiência.

Queremos cirurgiões com capacidade de discernimento que sejam exercitados pela prática constante. Da mesma forma, se quisermos ser cristãos maduros, precisamos treinar nosso discernimento pela prática constante.

Devemos nos exercitar a internalizar os fundamentos da fé de forma tão profunda que sejamos capazes de ensinar os outros a discernirem o bem do mal. O autor de Hebreus diz que quando aprendemos a praticar esse discernimento e que estaremos prontos para o “alimento sólido” – para os assuntos mais complexos da Palavra de Deus.

Um cirurgião maduro estará sempre estudando. Da mesma forma, todos precisamos sempre aprender sobre as Escrituras. Os cristãos maduros continuam a precisar da Bíblia.

Ter discernimento significa que a Bíblia é algo familiar quando ela é aberta. Ela não é um ensino oculto ou enigmático. A Bíblia, para quem tem discernimento, significa orientação e não desorientação. Quem tem discernimento sabe ler, estudar, compreender e raciocinar com base nas Escrituras.

Quando os cristãos adquirem esse discernimento e conseguem distinguir entre o bem e o mal, eles adquirem essa capacidade de raciocínio espiritual. Eles conseguem enxergar como as doutrinas se correlacionam e se aplicam de forma lógica para a tomada de decisão em todas as áreas da vida.

3. Nossa responsabilidade.

Como vimos, esta passagem repreende qualquer cristão que está patinando na fé, quando deveria estar crescendo. Essa infância espiritual, nem nem gospel, nem estuda a bíblia, nem a praticam, traz consigo um perigo de afastamento de Deus. Essa realidade aponta para duas grandes responsabilidades:

(1) Todo crente tem a responsabilidade individual de crescer na compreensão espiritual para que a igreja estejam melhor equipada para servir as pessoas que precisam do evangelho.

(2) Toda igreja tem o dever de ensinar os crentes a se desenvolverem individualmente.

Infelizmente, muitas igrejas não são servidas com comida sólida porque seus pastores dão apenas leite misturado com água suja de auto-ajuda. Tem muito leite batizado por aí, cheio de aditivos para parecem leite de verdade, causando alergia e desnutrição em gente imatura e sem discernimento.

Em outros lugares, há igrejas com pessoas que se recusam obstinadamente por preguiça e por imaturidade a receber o alimento sólido que lhes é oferecido. Precisamos superar essas barreiras para que crentes saudáveis possam servir em congregações saudáveis.

**As experiências são essenciais para a maturidade espiritual.**O processo de maturidade espiritual é longo e desafiador. O objetivo dele é passar gradualmente da dieta líquida para a sólida. A maturidade não vem num salto, é um processo. Algumas atitudes infantis se prolongam no tempo, mas devemos estar dispostos a amadurecer. Não é certo um adolescente continuar jogando videogame ao invés de se esforçar para seguir seu caminho de vestibular ou de trabalho.

Esses adultóides espirituais precisam aprender com pessoas maduras, com gente que consegue discernir, que foram exercitados na prática \de diferenciar o bem do mal. Quando isso acontece, os churrascos espirituais se abrem com grande alegria. O rodízio das melhores carnes, as melhores experiências gastronômicas espirituais se abrem para que saboreamos o alimento sólido da Palavra de Deus.

Reflita e discuta

Qual é a diferença entre infantilidade e de ser como uma criança? É possível ser como uma criança e maduro ao mesmo tempo?

Que desculpas você ouve com frequência em relação à ignorância do conhecimento bíblico ou da compreensão espiritual? Que desculpas você usa? Como esta passagem aborda as desculpas que geralmente damos por não crescermos na alfabetização bíblica e na maturidade espiritual?

Avalie sua própria vida. Você consegue pensar em alguma área em que você é espiritualmente imaturo, uma criança na fé? Cite-as. Você está atualmente crescendo em maturidade espiritual? Se sim, de que forma?

O autor repreende esta congregação por precisar de professores quando deveriam ensinar outros. Esta repreensão ajuda você a pensar de forma diferente sobre a sua responsabilidade de ensinar outros cristãos? Se sim, como? Em que medida a responsabilidade de um cristão individual de ensinar os outros é diferente da responsabilidade de um presbítero ou pastor de ensinar a igreja?

Quais são os fundamentos da fé cristã? Por que você acha que os cristãos são tão propensos a esquecer as verdades espirituais que lhes foram ensinadas? Quais são algumas maneiras de combater esse esquecimento?

Qual é o propósito do discipulado? Como deve ser o processo de discipulado? Você participa atualmente de algum processo de discipulado? Por que ou por que não? Pense em um crente menos maduro em sua vida que você poderia discipular.

De que forma você pratica o discernimento espiritual diariamente? Como você pode aguçar essa intuição? Como a igreja local nos ajuda a desenvolver uma intuição espiritual?

Ao abrir as Escrituras, você sente que está em um território familiar ou desconhecido? O que as Escrituras têm a ver com nosso discernimento e maturidade espiritual? Como o conhecimento da Bíblia pode nos ajudar a discernir o bem do mal?

Quem é, em última análise, responsável pela maturidade espiritual de um cristão – o indivíduo ou a igreja?